Bem-vindo ao WordPress. Esse é o seu primeiro post. Edite-o ou exclua-o, e comece a publicar!
Como você vê sua família? Que tipo de interesses e sonhos você possui em relação a ela? Que falta ela lhe faria hoje, se fosse tirada de você?
Acabei de ler o texto “Os filhos da revolução”, indicado pelo meu marido (Marquinh05), e indico que você leia também!
Achei fantástica a forma como o Ricardo expôs seus pensamentos organizacionais e familiares. Ao terminar de ler o texto, vieram à minha mente lembranças de minhas experiências organizacionais e familiares. Empresas em que já trabalhei, famílias que conheci… e cheguei à triste reflexão que originou as três perguntas iniciais deste post.
Se é comum encontrar empresas em que as relações são regidas pelo “princípio do interesse” (aquele princípio que faz com que supervisores demitam subordinados que potencialmente ameaçam tomar sua posição de chefia, que pessoas sejam tratadas como máquinas sem emoções, necessidades ou sonhos, e que benefícios que aparentemente procuram gerar qualidade de vida aos funcionários e sua família tenham como única finalidade a maximização dos lucros), afirmo, sem medo, que tem se tornado muito comum, também, encontrar famílias regidas por esse mesmo princípio.
E não é preciso realizar uma pesquisa Continuar lendo…
Dois dias seguidos de chuva, e as donas de casa já não sabem ao certo quando poderão lavar as roupas em Joinville. Para a alegria de todas aquelas que têm a grandiosa tarefa de manter a ordem do lar, hoje o sol saiu!
Mas se todo o problema de nossas vidas se resumisse em dias de chuva, bastaria adquirir uma máquina secadora, ou improvisar (como fiz ontem) com um aquecedor.
Infelizmente existem chuvas internas, que às vezes alagam nossos corações e causam muito estrago em nossa saúde emocional. Algumas são passageiras, servem apenas para desestabilizar-nos por um pequeno período de tempo, mas outras surgem após um longo período de nuvens cinzas, e vêm com tanta
força que parece que não deixarão que sobre nada inteiro quando se forem.
Então olhamos para dentro de nós e só desejamos dias de sol! Em alguns momentos o desejo é bastante humilde… alguns riozinhos de sol já satisfariam! Outras vezes somos mais ousados e queremos que o sol venha acompanhado do canto dos pássaros e da grama verde.
O fato é que, via de regra, desejamos dias de sol, mas não podemos impedir a existência dos dias de chuva. Se esta é a realidade, se os dias de chuvas, inevitavelmente, em algum momento existirão, penso que a melhor forma de vivermos sempre em dias de sol é aprendendo a enxergar essa estrela por entre as nuvens de chuva de um céu cinza.
Transformar a realidade dentro de nossas mentes é tudo o que podemos fazer para que exista um lindo sol em dias nublados de intensa chuva! Talvez seja uma tarefa difícil, mas, para sermos mais felizes, é uma tarefa necessária!
Fico por aqui para aproveitar o solzinho joinvillense que saiu hoje para que eu pudesse lavar um edredom! rs
Tenha um dia lindo de sol!
Em meu momento de estudos, hoje, enquanto lia um artigo sobre Qualidade de Vida, me deparei com o seguinte texto:
“A propósito disso, Fleck et al. ( p. 20) assinalaram que “a oncologia foi a especialidade que, por excelência, se viu confrontada com a necessidade de avaliar as condições de vida dos pacientes que tinham sua sobrevida aumentada devido aos tratamentos realizados, já que, muitas vezes, na busca de acrescentar anos à vida, era deixada de lado a necessidade de acrescentar vida aos anos.” Seidl & Zannon, 2004, p. 581.
… na busca de acrescentar anos à vida, era deixada de lado a necessidade de acrescentar vida aos anos. Essa frase, em especial, me chamou a atenção, e me fez pensar em quão deficientes são as soluções que, muitas vezes, encontramos para nossos problemas.
Na citação acima, o autor fala especificamente do caso da oncologia, que na tentativa de prolongar a vida do paciente acaba prolongando a existência, mas, não necessariamente, a vida. Mas meus pensamentos foram Continuar lendo…
Apesar do título desse post sugerir uma infinidade de coisas, minha intenção é discutir um pouco sobre como a utilidade que enxergamos nas coisas estão relacionadas a motivação que temos em estudá-las, conhecê-las, etc.
Acredito que quase todos, em alguma situação de sala de aula, já se deparou com uma disciplina ou assunto para o qual não viu utilidade alguma em estudar ou investir tempo e esforços para aprender. Vamos combinar que boa parte dos professores não têm habilidade alguma em apresentar aos alunos a utilidade de determinados conteúdos!
Aí, a gente fica sonhando com o dia em que irá para a faculdade, estudar apenas aquilo que nos será útil, mas assim que chegamos lá, descobrimos que a realidade do sonho é bastante diferente do mundo real. E não adianta pensar em pós graduação, mestrado, doutorado. Hoje, concluí que independente do nível de estudo em que estejamos, sempre haverá aquelas coisas que nos apaixonam e aquelas para as quais não vemos a menor utilidade em gastar tanto tempo estudando.
A percepção da utilidade do assunto a ser estudado funciona como fator motivador para o estudo. Sendo assim, o início de cada novo conteúdo apresentado em sala de aula poderia ser acompanhado de um bom motivo para estudarmos ele, não é mesmo!? E se os professores não encontrassem um bom motivo, poderiam repensar a necessidade de fazer nossas crianças e jovens decorarem tanta coisa diante das quais eles se perguntam “isso serve para que?” e recebem como resposta o um indescritível “vai saber!”.
Quem costuma visitar esse espaço já deve estar bem chateado comigo! Tem tanto tempo que não publico nada por aqui!
Mas não se chateiem, eu não esqueci desse espaço querido, em que tantas vezes expus pensamentos meus que precisavam pular para fora de mim, onde compartilhei experiências e aprendi com os que dividiram suas experiências comigo, e, finalmente, onde aprendi a ser blogueira.
Esse espaço tem como marca uma borboleta, e o post que escrevo nesse momento tem tudo a ver com nossa marca. Só agora percebi isso! Acho que a marca diz tanto de mim, que inevitavelmente escrevo sobre sua essência sem sequer perceber!
Então… vamos direto ao assunto … Mudanças.
Estou vivendo uma grande mudança. Nos dois últimos meses minha vida tem sido arrumar mala, viajar, ficar indo da cidade antiga (Vila Velha – ES) para a nova (Joinville – SC), conhecendo pessoas na nova cidade e morrendo de saudade dos amigos da antiga. Fechei o consultório na cidade antiga, e ainda estou arquitetando minha carreira na cidade nova. As roupas que usava na cidade antiga não atendem à cidade nova, então até o guardarroupa está passando pelo processo de mudança junto comigo.
É tão tumultuado, corrido, imprevisível… e isso perturba tanta gente! Mas é tão bom! Mudar produz um sentimento de recomeço! Mas não é qualquer recomeço, um recomeço bom, vontade de fazer diferente coisas que poderiam ter sido melhores, se tão somente tivessem sido feitas um pouquinho diferente.
É certo que a gente muda o tempo inteiro, mas grandes mudanças são diferentes das “mudanças nossas de cada dia”. A borboleta deixa de ser lagarta para ser borboleta… a mudança não é pequena, e termina como um show de beleza da natureza.
Estou em processo de mudança, e muita coisa ainda deve mudar ao longo desse ano em minha vida! Esse ano, é, definitivamente, para mim, o ano da mudança… então, podem esperar que esse blog aqui também vai mudar! =D
Quão triste seria a vida se não houvesse a possibilidade da mudança, não é verdade? Mexer com o que está organizado, fixo, naturalizado, às vezes faz bem… às vezes faz tão bem que nos leva a entender que determinadas coisas devem continuar organizadas, fixas e naturalizadas. Mudança serve até pra isso… ensinar o que não se deve mudar! Tenho aprendido com isso também… então, acreditem, algumas coisas aqui continuarão exatamente como estão, porque devem ser assim!
Bom restinho de semana à você que sempre passa por aqui!
Há poucos minutos recebi um e-mail sobre um pequeno garoto chamado Enrique, que foi diagnosticado com Leucemia aos seis meses de idade, e que carece de doador de medula.
Eu não conheço o Enrique, mas ele é sobrinho de uma professora minha, e sua família está fazendo o que pode para auxiliar este pequeno.
O pai do Enrique criou um blog, com o intuito de divulgar informações acerca da doença e seu tratamento e de sensibilizar as pessoas a se tornarem doadores voluntários cadastrados no “Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea” (REDOME).
É uma pequena ação que pode beneficiar a muitos pacientes que esperam um doador compatível!! Por isso, estamos divulgando aqui o Blog Menino Enrique. Visitem o blog e expalhem o link pela internet. Torne essa pequena ação em um grande movimento em prol da vida de pessoas que sofrem com o mesmo problema do pequeno Enrique.
Conto com vocês!!
A todos os meus colegas de profissão, um Feliz Dia do Psicólogo!!!
Que a ética e o compromisso estejam sempre presentes em nossa atuação!!
\o/\o/\o/
O Brasil saiu da Copa, mas a vida continua, certo?
E a minha continua imersa em textos e pesquisas! Essa vida de mestranda dá trabalho, mas é bom d+!!
Estou fazendo um trabalho para uma das disciplinas do mestrado, e um dos temas que tenho estudado para escrever meu artigo é o ideal de beleza da sociedade contemporânea. Cada vez que leio um novo texto sobre isso, sinto que nossos corpos são cada dia mais escravos em um tempo em que se prega a liberdade!
Bem… em uma de minhas leituras, me deparei com a seguinte citação, que quero compartilhar com vocês. É do livro “Modos de Homem, Moda de Mulher” de Gilberto Freyre (1987). O trecho diz assim:
“Pode-se dizer da mulher que tende a ser, quanto a modas para seus vestidos, seus sapatos, seus enteados, um tanto maria-vai-com-as-outras. Portanto, a corresponder ao que a moda tem de uniformizante. Mas é da argúcia feminina a iniciativa de reagir contra essa uniformização absoluta de acordo com características pessoais que não se ajustem a imposições de uma moda disto ou daquilo. Neste particular, é preciso reconhecer-se, na brasileira morena, o direito de repudiar modas norte-européias destinadas a mulheres louras e alvas” (p. 33).
Tenha uma boa reflexão!! E um Bom Dia!!
O Jogo começa daqui alguns minutos… mas os fogos e as vuvuzelas brasileiras já estão a todo vapor!
Época de Copa do Mundo é interessante! De repente, todo mundo sente orgulho do Brasil… até os que passam a vida inteira reclamando do país. Quase todas as propagandas fazem uso do evento para vender seus produtos e idéias. Temos sempre a impressão de que a nossa Seleção é a favorita, ainda que esta não seja a realidade!
Por cerca de 2 horas, esquecemos da corrupção, dos problemas econômicos, da desigualdade social, da carga tributária, do salário baixo, da fome, da violência, … de tudo que esse país verde e amarelo tem pra se reclamar!
Aproveitemos essas 2 horas então, porque depois estaremos de volta à realidade!!
Sucesso aos jogadores brasileiros, que fazem esse país parar e vibrar por alguns minutos!
Toque a sua vuvuzela! Mão no peito… o Hino Nacional começou!!
Karyne nasceu e mora no ES. É brasileira antes, durante e depois da Copa, e apaixonada também pela cidade de Santiago – Chile.
Formou-se no Curso Fundamental de Música pelo Conservatório Brasileiro de Música Centro Universitário / Conservatório de Música de Vila Velha e, atualmente, cursa Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo.
É Adventista do Sétimo Dia. Regeu o Coral Jovem de sua Igreja por dois anos, e hoje atua como pianista e diretora associada do Dep. de Música.
É apaixonada pelo namorado. Gosta de ficar com a família, namorar, cantar, dormir, escrever, comer, ler, passear, assistir filmes, ouvir música, rir, fazer amigos na internet… e viver.
Livros preferidos: Bíblia, O abraço de Deus, FREAKONOMICS e Lucíola.
Uma frase: “Descubra em que você é bom, e seja de propósito”