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mar 8, 2012 - Devaneios, Meus    No Comments

8 de Março – Dia Internacional da Mulher

Moça, garota, senhora, guria, dona… muitas são as formas de tratamento, mas todas elas direcionam-se àquela que se chama MULHER.

E hoje, 8 de março, o mundo se dedica a homenagear às fêmeas da espécie humana que vão à luta de salto alto (se bem que prefiro as rasteirinhas), e com uma bolsa preparada para qualquer imprevisto. Na verdade, o dia é separado para comemorar as vitórias já alcançadas e reforçar a importância das lutas que permanecem em vigor.

É claro que o comércio se aproveita disso e tenta reduzir todo o significado desse dia a coisas materiais. E a gente, que é forte mas não é de ferro, acaba gostando dessa ideia de materializar a frase “Feliz Dia da Mulher”, não é mesmo?! rs

Paixão por presentes à parte, o importante é receber os mimos sem perder o foco da luta. É permanecer feminina e amável sem deixar de ser guerreira. É lembrar que 8 de março acontece uma vez por ano, mas a nossa luta permanece durante todos os dias.

Felicidades a mim e a você! Ainda temos muito a conquistar!

Precisamos de famílias

Como você vê sua família? Que tipo de interesses e sonhos você possui em relação a ela? Que falta ela lhe faria hoje, se fosse tirada de você?

Acabei de ler o texto “Os filhos da revolução”, indicado pelo meu marido (Marquinh05), e indico que você leia também!

Achei fantástica a forma como o Ricardo expôs seus pensamentos organizacionais e familiares. Ao terminar de ler o texto, vieram à minha mente lembranças de minhas experiências organizacionais e familiares. Empresas em que já trabalhei, famílias que conheci… e cheguei à triste reflexão que originou as três perguntas iniciais deste post.

Se é comum encontrar empresas em que as relações são regidas pelo “princípio do interesse” (aquele princípio que faz com que supervisores demitam subordinados que potencialmente ameaçam tomar sua posição de chefia, que pessoas sejam tratadas como máquinas sem emoções, necessidades ou sonhos, e que benefícios que aparentemente procuram gerar qualidade de vida aos funcionários e sua família tenham como única finalidade a maximização dos lucros), afirmo, sem medo, que tem se tornado muito comum, também, encontrar famílias regidas por esse mesmo princípio.

E não é preciso realizar uma pesquisa Read more »

ago 2, 2011 - Comportamento, Devaneios, Meus    No Comments

Dias de sol

Dois dias seguidos de chuva, e as donas de casa já não sabem ao certo quando poderão lavar as roupas em Joinville. Para a alegria de todas aquelas que têm a grandiosa tarefa de manter a ordem do lar, hoje o sol saiu!

Mas se todo o problema de nossas vidas se resumisse em dias de chuva, bastaria adquirir uma máquina secadora, ou improvisar (como fiz ontem) com um aquecedor.

Infelizmente existem chuvas internas, que às vezes alagam nossos corações e causam muito estrago em nossa saúde emocional. Algumas são passageiras, servem apenas para desestabilizar-nos por um pequeno período de tempo, mas outras surgem após um longo período de nuvens cinzas, e vêm com tanta
força que parece que não deixarão que sobre nada inteiro quando se forem.

Então olhamos para dentro de nós e só desejamos dias de sol! Em alguns momentos o desejo é bastante humilde… alguns riozinhos de sol já satisfariam! Outras vezes somos mais ousados e queremos que o sol venha acompanhado do canto dos pássaros e da grama verde.

O fato é que, via de regra, desejamos dias de sol, mas não podemos impedir a existência dos dias de chuva. Se esta é a realidade, se os dias de chuvas, inevitavelmente, em algum momento existirão, penso que a melhor forma de vivermos sempre em dias de sol é aprendendo a enxergar essa estrela por entre as nuvens de chuva de um céu cinza.

Transformar a realidade dentro de nossas mentes é tudo o que podemos fazer para que exista um lindo sol em dias nublados de intensa chuva! Talvez seja uma tarefa difícil, mas, para sermos mais felizes, é uma tarefa necessária!

Fico por aqui para aproveitar o solzinho joinvillense que saiu hoje para que eu pudesse lavar um edredom! rs

Tenha um dia lindo de sol!

Isso serve para que?

Apesar do título desse post sugerir uma infinidade de coisas, minha intenção é discutir um pouco sobre como a utilidade que enxergamos nas coisas estão relacionadas a motivação que temos em estudá-las, conhecê-las, etc.

Acredito que quase todos, em alguma situação de sala de aula, já se deparou com uma disciplina ou assunto para o qual não viu utilidade alguma em estudar ou investir tempo e esforços para aprender. Vamos combinar que boa parte dos professores não têm habilidade alguma em apresentar aos alunos a utilidade de determinados conteúdos!

Aí, a gente fica sonhando com o dia em que irá para a faculdade, estudar apenas aquilo que nos será útil, mas assim que chegamos lá, descobrimos que a realidade do sonho é bastante diferente do mundo real. E não adianta pensar em pós graduação, mestrado, doutorado. Hoje, concluí que independente do nível de estudo em que estejamos, sempre haverá aquelas coisas que nos apaixonam e aquelas para as quais não vemos a menor utilidade em gastar tanto tempo estudando.

A percepção da utilidade do assunto a ser estudado funciona como fator motivador para o estudo. Sendo assim, o início de cada novo conteúdo apresentado em sala de aula poderia ser acompanhado de um bom motivo para estudarmos ele, não é mesmo!? E se os professores não encontrassem um bom motivo, poderiam repensar a necessidade de fazer nossas crianças e jovens decorarem tanta coisa diante das quais eles se perguntam “isso serve para que?” e recebem como resposta o um indescritível “vai saber!”.

jun 2, 2011 - Meus    No Comments

Mudanças

Quem costuma visitar esse espaço já deve estar bem chateado comigo! Tem tanto tempo que não publico nada por aqui! :(

Mas não se chateiem, eu não esqueci desse espaço querido, em que tantas vezes expus pensamentos meus que precisavam pular para fora de mim, onde compartilhei experiências e aprendi com os que dividiram suas experiências comigo, e, finalmente, onde aprendi a ser blogueira.

Esse espaço tem como marca uma borboleta, e o post que escrevo nesse momento tem tudo a ver com nossa marca. Só agora percebi isso! Acho que a marca diz tanto de mim, que inevitavelmente escrevo sobre sua essência sem sequer perceber!

Então… vamos direto ao assunto … Mudanças.

Estou vivendo uma grande mudança. Nos dois últimos meses minha vida tem sido arrumar mala, viajar, ficar indo da cidade antiga (Vila Velha – ES) para a nova (Joinville – SC), conhecendo pessoas na nova cidade e morrendo de saudade dos amigos da antiga. Fechei o consultório na cidade antiga, e ainda estou arquitetando minha carreira na cidade nova. As roupas que usava na cidade antiga não atendem à cidade nova, então até o guardarroupa está passando pelo processo de mudança junto comigo.

É tão tumultuado, corrido, imprevisível… e isso perturba tanta gente! Mas é tão bom! Mudar produz um sentimento de recomeço! Mas não é qualquer recomeço, um recomeço bom, vontade de fazer diferente coisas que poderiam ter sido melhores, se tão somente tivessem sido feitas um pouquinho diferente.

É certo que a gente muda o tempo inteiro, mas grandes mudanças são diferentes das “mudanças nossas de cada dia”. A borboleta deixa de ser lagarta para ser borboleta… a mudança não é pequena, e termina como um show de beleza da natureza.

Estou em processo de mudança, e muita coisa ainda deve mudar ao longo desse ano em minha vida! Esse ano, é, definitivamente, para mim, o ano da mudança… então, podem esperar que esse blog aqui também vai mudar! =D

Quão triste seria a vida se não houvesse a possibilidade da mudança, não é verdade? Mexer com o que está organizado, fixo, naturalizado, às vezes faz bem… às vezes faz tão bem que nos leva a entender que determinadas coisas devem continuar organizadas, fixas e naturalizadas. Mudança serve até pra isso… ensinar o que não se deve mudar! Tenho aprendido com isso também… então, acreditem, algumas coisas aqui continuarão exatamente como estão, porque devem ser assim!

Bom restinho de semana à você que sempre passa por aqui!

abr 2, 2008 - Comportamento, Meus    2 Comments

Traumas que me compõe

mim De repente me vi correndo desesperada de encontro a não sei oque. Eram muitos como eu, todos correndo bastante. Quando me dei conta, havia colidido contra algo esférico e já estava dentro dele.

Em alguns meses tudo era diferente em mim. Eu e aquela coisa esférica éramos um só. Estavamos em um local escuro mas confortável. Tinhamos tudo o que precisávamos ali.

Certo dia, sem me perguntarem se eu queria, resolveram me tirar de lá. Eu tentei dificultar as coisas, mas eles tinham uma porção de parafernalha que me arrancou brutamente de meu cantinho. Senti uma dor imensa quando meus Read more »

mar 7, 2008 - Meus    4 Comments

Cada uma ao seu modo, Mulher!

mulheres

(de Karyne M. Lira)

Tem mulher de toda forma, mulher de todo jeito, mas sempre mulher!

As que querem perder peso e as que nem ligam para a balança
As que gostam dos românticos e as mulheres de maladros
Tem mulher que dança e que ‘roda a bahiana’
Que Read more »

nov 14, 2007 - Meus    No Comments

Ao meu amado que fica

nosNeste momento, dirijo-me a lugares que não me pertencem e aos quais não pertenço também.
São horas no desconhecido, buscando distrair-me na tua ausência.
Prometi a ti me divertir, mesmo sendo difícil pensar em diversão que seja melhor que estar contigo!
Tu, que incendeias meus dias de alegrias, sorrisos, sonhos e emoções.
Tu, que de um jeito único, ainda que distante faz a vida valer mais.

Agora, me vejo longe de ti, autor de meus momentos mais Read more »

out 24, 2007 - Meus    No Comments

Invisíveis tocáveis

Passamos por dezenas, centenas e até milhares. Corremos, esbarramos, caminhamos e tropeçamos. Às vezes, vemos.

São elevadores lotados, o mesmo caminho para o trabalho, o mesmo padeiro, a mesma velhinha, o mesmo garoto… É outro porteiro, nem vi!

São ônibus abarrotados de gente, de cheiros, de vozes, de toques, atropelos e esbarrões. São os mesmos passageiros de ontem, anteontem e mês passado. Para onde vão? Não sei!

Os minutos passam, as horas passam, os dias passam… e as pessoas passam, também. Despercebidas.

Até que empurrem, esbarrem, reclamem do Read more »

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