set 11, 2007 - Meus    1 Comment

Poeiras na memória de 11 de setembro

11 de setembro

Fere-se o orgulho da águia
Com as máquinas que a simulam
Lágrimas de inocentes são derramadas
A troco de que?

O mundo inteiro assiste
E estremece
E não consegue imaginar a dor
E mensurar o horror de quem está lá

Não que tenhamos pena do país
Não que nos compadeçamos de sua economia
A qual oprime
A qual domina
Mas de comuns civis

Dos que inocentes iniciaram o dia
E o terminaram antes do sol se pôr
Dos que se despediram em casa pela manhã
Para jamais ao lar voltar
Dos que esperavam os que do céu viriam
E que padeceram com o terror que viram
E dos que almejavam chegar ao seu destino
E o tiveram interrompido no ar

Uma palavra?
Compaixão
Aos que hoje sentem a dor
Da memória empoeirada
Do “11 de setembro”.

1 Comment

  • Eu me lembro muito claramente aquela manhã de terça-feira, 11 de setembro de 2001. Eu estava esperando ver Bambuluá quando a notícia aparecia no visor da TV: “aviões batem no World Trade Center em Nova York”. Emoção. Era tudo inacreditável e excitante.

    Foi um dia que marcou a memória de todos que viveram aquele dia.

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