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	<title>Blog da Karyne &#187; relacionamento</title>
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	<description>Pensamentos e reflexões pessoais de alguém que é muitas em uma só!</description>
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		<title>Nossas deficientes soluções</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 17:13:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne M. Lira Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[a dois]]></category>
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		<description><![CDATA[Em meu momento de estudos, hoje, enquanto lia um artigo sobre Qualidade de Vida, me deparei com o seguinte texto: &#8220;A propósito disso, Fleck et al. ( p. 20) assinalaram que “a oncologia foi a especialidade que, por excelência, se viu confrontada com a necessidade de avaliar as condições de vida dos pacientes que tinham [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em meu momento de estudos, hoje, enquanto lia um artigo sobre Qualidade de Vida, me deparei com o seguinte texto:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;<em>A propósito disso, Fleck et al. ( p. 20) assinalaram que “a oncologia foi a especialidade que, por excelência, se viu confrontada com a necessidade de avaliar as condições de vida dos pacientes que tinham sua sobrevida aumentada devido aos tratamentos realizados, já que, muitas vezes, na busca de acrescentar anos à vida, era deixada de lado a necessidade de acrescentar vida aos anos.</em>” Seidl &amp; Zannon, 2004, p. 581.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>&#8230; na busca de acrescentar anos à vida, era deixada de lado a necessidade de acrescentar vida aos anos.</strong> Essa frase, em especial, me chamou a atenção, e me fez pensar em quão deficientes são as soluções que, muitas vezes, encontramos para nossos problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Na citação acima, o autor fala especificamente do caso da oncologia, que na tentativa de prolongar a vida do paciente acaba prolongando a existência, mas, não necessariamente, a vida. Mas meus pensamentos foram<span id="more-593"></span> além do campo da oncologia&#8230; não estariamos nós resolvendo muitos de nossos problemas dessa forma também. Nossos problemas financeiros, familiares, acadêmicos, profissionais, etc.. são resolvidos de fato ou apenas geram um problema diferente, disfarçado de solução?</p>
<p style="text-align: justify;">Quando decidimos resolver nossos problemas conjugais, sem optar pela via do divórcio, na tentativa de manter o casamento <strong>vivo</strong>, será que temos de fato resolvido o problema conjugal ou estamos apenas mantendo o contrato feito no cartório em vigor, enquanto a <strong>vida </strong>conjugal continua não existindo? Não estou defendendo o divórcio como solução, como também não defendo que a medicina deva desistir de práticas que prolongam a vida de alguém com uma doença grave como o câncer. A questão que levanto é: estamos conseguindo dar vida ao paciente oncológico ou estamos apenas garantindo algum tempo a mais de sua existência? Estamos conseguindo acrescentar anos de vida ao relacionamento conjugal sem dar vida a estes anos? Estamos resolvendo nossos problemas <strong>de verdade</strong>, ou apenas <strong>aparentemente</strong>?</p>
<p style="text-align: justify;">Algo a se pensar, e agir! <img src='http://karynemlira.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Discussões podem ajudar a relação</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 23:02:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne M. Lira Correia</dc:creator>
				<category><![CDATA[a dois]]></category>
		<category><![CDATA[auto-estima]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas de Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Não, não se trata da velha história de &#8220;discutir a relação&#8221;, mas assemelha-se um pouquinho. Pense quantas vezes, em seus relacionamentos, durante sua vida, você teve que &#8220;engolir um sapo&#8221;? É, daqueles que às vezes faz até soluçar! Esse tipo de reação, também conhecida pelo nome de &#8220;tolerância&#8221;, ajuda a resolver temporariamente o caso, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não se trata da velha história de &#8220;discutir a relação&#8221;, mas assemelha-se um pouquinho.</p>
<p>Pense quantas vezes, em seus relacionamentos, durante sua vida, você teve que <a href="http://karynemlira.com/emocoes-sobre-ditadura/" target="_blank">&#8220;engolir um sapo&#8221;</a>? É, daqueles que às vezes faz até soluçar! Esse tipo de reação, também conhecida pelo nome de &#8220;tolerância&#8221;, ajuda a resolver temporariamente o caso, mas não põe um ponto final. Na primeira oportunidade, o defunto é desenterrado, e aí, já dá para imaginar o fedor!</p>
<p>Até aí, não nos é muita novidade. Acontece que em alguns casos pode nem dar tempo de sentir o fedor do defunto. A pessoa que engoliu <span id="more-426"></span>os sapos, tolerou tudo e mais um pouco, adoece e se vai, com problema e tudo mais!</p>
<p>Li um artigo em uma <a href="http://mentecerebro.com.br" target="_blank">revista de neurociência</a>, esse final de semana, que fala sobre uma pesquisa realizada por Psicólogos da Universidade de Michigam. Em sua pesquisa, eles descobriram que quem tolera excessivamente, e reprime suas discordâncias, morre mais cedo!! Em alguns casos a morte pode ser dos 2 cônjuges.</p>
<p><a href="http://karynemlira.com/como-fazer-uma-critica/" target="_blank">Saber expressar os sentimentos e opiniões </a>é fundamental em uma relação. Discutir sobre o que nos incomoda com sensatez é cultivar uma relação feliz e duradoura.</p>
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