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	<title>Karyne M. Lira Correia</title>
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		<title>Escolha da Profissão – Tarefa difícil</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 19:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Imagine ter que decidir boa parte do futuro de sua vida por volta dos 17 anos! Bem&#8230; é exatamente isso que acontece com milhares de jovens, todos os anos. Eles chegam ao final do Ensino Médio com esse desafio nas mãos. O que serei? Que curso farei? Nossa identidade está muito relacionada à nossa profissão. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Imagine ter que decidir boa parte do futuro de sua vida por volta dos 17 anos! Bem&#8230; é exatamente isso que acontece com milhares de jovens, todos os anos. Eles chegam ao final do Ensino Médio com esse desafio nas mãos. O que serei? Que curso farei?</p>
<p style="text-align: justify;">Nossa identidade está muito relacionada à nossa profissão. Quando alguém é apresentado em público, por exemplo, na maioria das vezes sua profissão é citada. Quando conhecemos alguém, geralmente perguntamos o que ele faz, ou seja, com que ele trabalha. Isso significa que aos 17 anos não temos que escolher apenas um curso, mas uma profissão, e um novo item para compor nossa identidade. Isso causa desespero em alguns, angústia em outros, e para alguns poucos é uma fase quase tranquila!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/06/Profissões.jpg"><img class="size-medium wp-image-53 aligncenter" style="margin: 5px;" title="Profissões" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/06/Profissões-300x98.jpg" alt="" width="300" height="98" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Na segunda metade do ano de 2009, muitos amigos me procuraram porque estavam com dificuldades em relação à escolha de sua profissão. O curioso é que alguns destes já estavam cursando a faculdade, já haviam escolhido um curso e passado pelo vestibular com sucesso, mas não haviam encontrado ainda aquilo com o que se identificassem. Imagino que milhares de pessoas se formam todos os anos, em cursos com os quais não se identificam de fato.</p>
<p style="text-align: justify;">Há alguns meses, conheci uma moça que está cursando a faculdade, fazendo um curso que não gosta, se preparando para um profissão que não deseja. Ela me ouviu conversando com uma outra jovem. Nesta conversa a jovem me questionava se insistiria em prestar vestibular para o curso de seus sonhos, ou se faria algo mais fácil para não perder tempo. Eu perguntei a ela: “esse algo mais fácil vai te satisfazer profissionalmente? Você consegue se ver trabalhando com isso e sendo feliz?” Essa pergunta incomodou bastante a moça que nos ouvia. Então, ela me contou sua situação. No segundo semestre deste ano de 2010, começará a fase de estágios de seu curso, e ela quer sair deste curso antes que os estágios comecem, contudo, não tem condições financeiras de arcar com o curso que sonha fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse exemplo mostra que muito mais que não saber “o que quer ser quando crescer”, há uma série de outras dificuldades relacionadas à escolha da profissão! Existe a limitação financeira, o fato de que muitas vezes o curso que se deseja não tem em nenhuma faculdade próxima à cidade do jovem, a dificuldade de emprego na área (que desanima muita gente), etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Fazer uma escolha tão séria, sendo tão jovem, não é fácil. Há muito a ser analisado, muitas questões devem ser colocadas numa balança. Contudo, na minha visão, a satisfação profissional deve ser o item de maior peso, e a chave para a resolução desse dilema. Passar a vida sendo infeliz, ou insatisfeito com o trabalho, pode ser sinal de uma escolha mal feita.</p>
<p style="text-align: justify;">Nossas escolhas determinam nossa vida!</p>
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		<title>Não é pensamento positivo, é comportamento positivo</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 13:27:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estava lendo há alguns dias atrás uma matéria falando sobre uma tese de Doutorado que estudou como um diagnóstico pessimista pode prejudicar bebês com Down. Alguns podem pensar que seja algo relacionado a pensamento positivo – “se você acreditar em algo, isso vai acontecer porque a mente tem poder” – etc. Não vamos descartar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Estava lendo há alguns dias atrás uma matéria falando sobre uma tese de Doutorado que estudou como um diagnóstico pessimista pode prejudicar bebês com Down. Alguns podem pensar que seja algo relacionado a pensamento positivo – “se você acreditar em algo, isso vai acontecer porque a mente tem poder” – etc. Não vamos descartar o poder da mente, é certo que ela pode muito mais do que imaginamos. Contudo, também não estamos falando de misticismo ou alguma espécie de poder mágico que foge à lógica. Na verdade, há muita lógica na relação entre a forma como as mães recebem a notícia do diagnóstico e o desenvolvimento de seu bebê.</p>
<p style="text-align: justify;">A questão é que muitas mães recebem esse diagnóstico de forma pessimista, como verdadeiros atestados de que seu bebê será uma eterna criança, nunca irá se casar, andar ou trabalhar. A forma como a notícia desse diagnóstico é dada à mãe afeta a forma como essa mãe vai depositar expectativas e investir esforços no desenvolvimento de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/05/criança-down.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-46" style="margin: 10px;" title="criança down" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/05/criança-down-300x300.jpg" alt="" width="210" height="210" /></a>Uma mãe que recebe o diagnóstico de forma mais otimista, em que se mostram as possibilidades de trabalhos a serem realizados com seu filho e as coisas que ele pode conquistar se receber estímulos necessários, tem mais chances de agir em prol de fornecer esses estímulos, e seu filho tem mais chances de conquistar coisas que o pensamento comum julga impossível.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso prova que nossas crenças influenciam nossas ações. O que conhecemos e acreditamos está diretamente relacionado com o que fazemos. Acreditar que algo é possível me faz agir em prol de tornar esse algo possível. Isso nos leva a pensar que muitas vezes vivemos situações que poderiam ser evitadas, caso acreditássemos mais que as coisas poderiam ser diferentes pois, acreditando assim, poderíamos realmente fazer como que elas fossem diferentes. Ao mesmo tempo, isso nos leva a refletir sobre como nossas palavras podem afetar as pessoas. Determinar que algo pode ou não acontecer, pode afetar profundamente a vida de alguém que acredita no que falamos, para o bem ou para o mal. Daí a necessidade de muita cautela ao se “bater o martelo” acerca de um determinado assunto. Que tipo de comportamentos acompanham suas crenças?</p>
<p style="text-align: justify;">Se um elefante, quando bebê, for amarrado a um tronco ou algo mais forte que ele, e suas tentativas de sair do lugar em que está preso forem “frustradas”, ele crescerá, e continuará sendo preso nesse mesmo tronco, que já não será tão forte quanto ele. Não terá noção de sua própria força, pois aprendeu que não é possível sair daquele lugar quando está preso ao tronco. A menos que algo aconteça e ele saia correndo, como um incêndio, por exemplo, não aprenderá outra regra a não ser: “é impossível sair daqui”. A questão não é o que o elefante pensa ou deixa de pensar. Não posso nem sequer afirmar que ele pensa. Deixarei essa tarefa para especialistas. A questão é como ele se comporta diante do que lhe foi ensinado!</p>
<p style="text-align: justify;">Qualquer semelhança não é mera coincidência!!</p>
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		<title>A Escola e os Rótulos</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 00:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde pequenos, até boa parte de nossa juventude, passamos uma quantidade considerável do nosso tempo na escola. É lá que aprendemos uma série de coisas, como as disciplinas que a escola se propõe a ensinar, relacionar-se com pessoas da mesma faixa etária, descobrimos que o mundo não gira ao nosso redor, que precisamos trabalhar em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Desde pequenos, até boa parte de nossa juventude, passamos uma quantidade considerável do nosso tempo na escola. É lá que aprendemos uma série de coisas, como as disciplinas que a escola se propõe a ensinar, relacionar-se com pessoas da mesma faixa etária, descobrimos que o mundo não gira ao nosso redor, que precisamos trabalhar em grupo, e que dentro dos grupos nem todos trabalham de forma semelhante, etc&#8230; É também na escola que muitas vezes recebemos rótulos que levaremos por muito tempo, senão por toda a vida!</p>
<p style="text-align: justify;">Sabe aquele menino bagunceiro? Desde pequeno ele era alvo das reclamações dos professores, na sala de aula e na reunião de pais e mestres. E ele cresceu ouvindo que era bagunceiro, e acreditando que não havia outra possibilidade para ele, além de ser bagunceiro. Essa é apenas uma caricatura de uma série de crianças que ao longo de suas vidas são enviadas, pela escola, aos psicólogos com “diagnósticos” de Déficit de Atenção, Hiperatividade, Dificuldade de Aprendizado, Autismo, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/prof_escola.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-38" title="prof_escola" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/prof_escola-261x300.gif" alt="" width="261" height="300" /></a>Não há problema algum em a escola recorrer à psicologia para auxiliar suas crianças, e identificar o que está acontecendo com elas. O problema está em como isso é feito e por quê é feito. Durante o tempo em que estagiei numa creche e também no Núcleo de Psicologia Aplicada da UFES atendendo crianças, pude perceber que muitas vezes a escola não economiza em rotular seus alunos. Há educadores para os quais todo e qualquer comportamento indesejado diz respeito a um transtorno psicológico. Educadores que não procuram identificar as demandas de seus alunos individualmente para descobrir o que se passa com estes pequenos.</p>
<p style="text-align: justify;">O interessante é que, muitas vezes, quando a criança chegava até nós, ficava muito claro que não havia transtorno algum, e aí era necessário identificar o que fazia com que aquelas crianças se comportassem daquela forma, e trabalhar paralelamente com pais e professores o “diagnóstico” feito previamente pelos educadores.</p>
<p style="text-align: justify;">Certa vez um amigo de minha família me procurou para conversar, pois a escola de seu filho havia solicitado que o mesmo fosse levado ao neuropediatra. O motivo é que a crianças de aproximadamente 7 anos não ía bem nas aulas de português. Conversando comigo, o pai não entendia o pedido da escola, já que conhecia bem seu filho, e sabia que ele era muito esperto, conversava muito bem e aprendia as coisas rapidamente. A escola havia dito ao pai que provavelmente a criança fosse autista. Depois de algumas semanas, o pai me contou que levou o filho ao médico, que confirmou o que ele já sabia: seu filho era esperto, conversava muito bem e aprendia as coisas rapidamente. A criança não tinha nenhum transtorno, apenas não tinha interesse algum pela aula de português, e nessa aula costumava conversar e brincar, o que prejudicava seu desempenho escolar. Pense na angústia desnecessária vivida por esse pai!</p>
<p style="text-align: justify;">Não estou dizendo que as escolas sempre fazem maus encaminhamentos ou encaminhamentos desnecessários aos profissionais psicólogos. Muitos encaminhamentos são extremamente sérios e feitos no tempo certo podem auxiliar bastante a vida dos alunos. A questão aqui levantada é que diagnósticos podem se transformar em rótulos, e isso é muito sério. Esse pai estava desnorteado com a possibilidade de seu filho ser autista, simplesmente porque a escola foi precipitada em suas palavras e ações. Educadores precisam ter sensibilidade para perceber o que acontece em suas salas de aula. É certo que somos falhos, e cometemos erros, e podemos julgar mal algumas situações, mas dizer que alguém “É” algo, é sempre delicado, e deve ser evitado ao máximo. A escola pode encaminhar a criança a profissionais competentes, com o intuito de uma avaliação ou um entendimento do comportamento de tal criança. Quando a escola e os profissionais que atendem às crianças se comunicam bem, todos saem ganhando!</p>
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		<title>Alguns erros frequentes que os candidatos cometem em um Processo Seletivo</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Apr 2010 13:04:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Participar de um processo seletivo é algo que gera ansiedade na maioria das pessoas. Pensar em ser avaliado a cada gesto ou palavra é uma situação um tanto quanto desconfortável. Mas a ansiedade, ao contrário do que muitos candidatos pensam, não é a única vilã neste tipo de processo. Há vários detalhes que os candidatos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Participar de um processo seletivo é algo que gera ansiedade na maioria das pessoas. Pensar em ser avaliado a cada gesto ou palavra é uma situação um tanto quanto desconfortável. Mas a ansiedade, ao contrário do que muitos candidatos pensam, não é a única vilã neste tipo de processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Há vários detalhes que os candidatos não percebem, mas que são notados por aqueles que cuidam do processo seletivo. Enquanto estagiei na área de Recrutamento e Seleção da empresa VALE S.A., observei uma série de descuidos que os candidatos cometem e que podem comprometer sua participação nos Processos Seletivos. Seguem abaixo alguns deles:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>NÃO CONHECER A EMPRESA.</strong> Iniciar um processo de seleção sem conhecer a empresa, é um grande risco que o candidato corre de ser eliminado facilmente. Quando se conhece a empresa, é possível se adequar em diversos detalhes como aparência pessoal, formato do currículo, informações que devem ser priorizadas em detrimento de <a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/entrevista-de-emprego.jpg"><img class="size-medium wp-image-31 alignright" style="margin: 10px;" title="entrevista de emprego" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/entrevista-de-emprego-300x295.jpg" alt="" width="270" height="266" /></a>outras, etc. Se o candidato demonstra não conhecer a empresa e seu ramo de atuação, por exemplo, e isso é notado numa entrevista, ele, provavelmente deixará de ser um candidato atrativo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROBLEMAS NO CURRÍCULO.</strong> Muitos candidatos não se preocupam tanto com o currículo como deveriam. Esquecem que é através do conteúdo deste que, muitas vezes, eles serão ou não convocados para as demais etapas do processo seletivo. Esquecem que o currículo não pode dialogar com o entrevistador, e sanar dúvidas elementares a respeito do candidato. Com isso, enviam para as empresas currículos com informações incompletas, ou poucas informações. Em relação ao currículo, há ainda um detalhe importante: o formato. Várias empresas utilizam o método do currículo eletrônico através de cadastro no próprio site, contudo, muitos candidatos (por não conhecerem a empresa) insistem em enviar currículo por correio ou deixar o tradicional envelope na recepção. Mal sabem que a probabilidade de seu currículo ir diretamente para o lixo, ou virar papel de rascunho, é enorme.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>COMPORTAMENTO NA DINÂMICA DE GRUPO.</strong> Para muitos candidatos, a dinâmica de grupo é a primeira etapa em que é preciso apresentar-se pessoalmente. Logo a ansiedade toma conta de muita gente. Alguns candidatos, apesar de ansiosos, conseguem agir naturalmente, como pessoas que se sentem ansiosas por estar sendo avaliadas. Contudo, muitos candidatos ficam preocupados excessivamente com o que os outros vão pensar deles, elaboram um padrão de comportamento que imaginam ser o que a empresa procura, e começam a agir de forma não natural. Não imaginam que além do risco que correm de os avaliadores perceberem o comportamento artificial, ainda há o risco de simularem um perfil não desejado e perderem uma oportunidade de emprego. Em uma situação de dinâmica de grupo, o melhor que o candidato pode fazer é ser natural, ainda que esteja ansioso. Sentir ansiedade é normal e geralmente não é critério de eliminação*.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PROBLEMAS NA ENTREVISTA.</strong> Talvez esse seja o momento de sentir mais &#8220;frio na barriga&#8221;, e o momento em que ocorrem os maiores deslizes. Mesmo passando pela etapa de triagem do currículo e da dinâmica de grupo, onde o filtro não é tão intenso, os candidatos cometem muitos erros nas entrevistas, que impactam diretamente na sua escolha ou eliminação. O problema, às vezes, começa nos primeiros 2 segundos, quando o candidato entra na sala de entrevista e tudo o que comunica é sua aparência. Cuidar da aparência (ir de cabelo penteado, roupa limpa e passada, roupa adequada ao tipo de empresa e cargo, etc) é fundamental. Então o candidato se senta e começam as perguntas. Tem gente que se contenta em responder apenas o que lhe é perguntado, com o menor número de palavras possível, impedindo que o outro conheça melhor suas competências e habilidades. Na verdade, permite apenas que se torne conhecida sua falta de habilidade em se comunicar. Outros, não se dispõem a encarar desafios, e diante de um questionamento do tipo &#8220;e se eu precisar que você faça isso&#8230;?&#8221; a pessoa diz que não saberia fazer, quando só precisaria de disposição para enfrentar algo novo. Há aqueles que tomam conta da entrevista e não deixam o entrevistador falar.</p>
<p style="text-align: justify;">Falta de interesse e disposição não combinam com entrevista. Agir com naturalidade, fornecer informações verdadeiras, ser agradável e comunicativo e não se preocupar excessivamente com o que o outro está pensando são segredos básicos para &#8220;sair ileso&#8221; de um processo seletivo e conquistar uma vaga no mercado.</p>
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		<title>Ele (a) não muda!</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:13:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
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		<description><![CDATA[Volta e meia nos pegamos com o desejo de que as pessoas ao nosso redor fossem diferentes. Parece ser comum, em nossas relações, esperar que a mudança venha do outro e não de nós mesmos. Então, as esposas reclamam que seus maridos não mudam, os professores reclamam de seus alunos, e ninguém toma a iniciativa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Volta e meia nos pegamos com o desejo de que as pessoas ao nosso redor fossem diferentes. Parece ser comum, em nossas relações, esperar que a mudança venha do outro e não de nós mesmos. Então, as esposas reclamam que seus maridos não mudam, os professores reclamam de seus alunos, e ninguém toma a iniciativa de mudar.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-12" style="margin: 10px;" title="casal brigad0" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/casal-brigad0.jpg" alt="" width="239" height="179" />Há um segredo que aprendi de diferentes formas ao longo de minha vida. Através das aulas de física, dos conselhos de minha mãe, das conversas com algumas de minhas amigas, e da convivência com meu marido, e das aulas da faculdade, hoje entendo um pouco melhor a ideia de que &#8216;toda ação gera uma reação&#8217;. Talvez aqui esteja a chave para abrir uma das portas que nos levará à boa convivência!</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente precisamos analisar o que de fato necessita ser mudado na situação que nos tem gerado incômodo. O professor pode desejar que os alunos parem de conversar, dormir, ou ler outros assuntos durante sua aula. Pode reclamar dos alunos, ficar nervoso, chamar a atenção deles e até mesmo puni-los. Essa é uma alternativa. Mas&#8230; pode também buscar entender porque esse aluno se comportam dessa forma, o que em sua aula não está atraindo a atenção dele, e promover mudanças em seu próprio comportamento.</p>
<p style="text-align: justify;">O mesmo pode-se fazer em qualquer outro tipo de relacionamento. Algumas perguntas são importantes: De fato, é necessário que algo mude? O que precisa mudar? O que posso fazer para que as coisas sejam diferentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Desejar que as pessoas sejam diferentes é muito fácil, contudo não promove mudança na maioria das vezes. Só podemos mudar a nós mesmos. É agindo diferente que conseguimos resultados diferentes.</p>
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		<title>Eu? Ir ao Psicólogo? Não sou doido!!</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Apr 2010 21:07:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>karyne</dc:creator>
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		<category><![CDATA[psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando decidi estudar psicologia, muitas pessoas me perguntavam: “o que é esse negócio de psicólogo? É médico de doido?”. A princípio, achei engraçada essa pergunta, contudo, depois de um tempo comecei a pensar sobre como as pessoas desconhecem a profissão de psicólogo. Entendo que essa falta de conhecimento se deva principalmente ao fato de que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Quando decidi estudar psicologia, muitas pessoas me perguntavam: “o que é esse negócio de psicólogo? É médico de doido?”. A princípio, achei engraçada essa pergunta, contudo, depois de um tempo comecei a pensar sobre como as pessoas desconhecem a profissão de psicólogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Entendo que essa falta de conhecimento se deva principalmente ao fato de que poucos têm acesso a serviços de atendimento em psicologia. Poucos brasileiros têm condições de utilizar o serviço do psicólogo em rede privada. Quando se recorre aos serviços públicos, suas filas de espera dificultam bastante o acesso da população a esta categoria de profissionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas então&#8230; se psicólogo não é médico de doido, o que é?</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-5" style="margin: 10px;" title="foto-psicologo-1" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2010/04/foto-psicologo-1.jpg" alt="" width="270" height="195" />Bem&#8230; o psicólogo lida com o humano de forma bastante complexa. Sua prática lida com um ser que não é só braço, perna ou cabeça, mas mente e corpo (como se costuma dizer). Ele estuda o comportamento humano, assim como os processos psíquicos. Apesar de as pessoas geralmente pensarem no psicólogo em companhia de um divã, dentro de um consultório, este profissional pode atuar em diversas áreas, como por exemplo, Psicologia Educacional, Psicologia Jurídica e Psicologia do Esporte, entre outras.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas procuram psicólogos por diversos motivos. Alguns pais levam seus filhos aos psicólogos por orientação da escola, outros porque não sabem como lidar com suas crianças. Existem pessoas que vão ao psicólogo em busca de orientação profissional, alguns casais buscam fazer terapia de casal, existem aqueles que sofrem de algum problema como a Depressão, outros buscam apenas um aconselhamento. Enfim&#8230; há uma série de razões pelas quais as pessoas vão ao psicólogo, e dizer que alguém que vai ao psicólogo é doido, reflete nada mais nada menos que uma falta tremenda de conhecimento acerca desta profissão.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente, considero a profissão de psicólogo uma das mais belas profissões. Em nosso juramento, nos comprometemos a colocar nossa profissão a serviço da sociedade, a pautar nosso trabalho nos princípios do rigor ético e de trabalhar em prol da promoção de saúde e qualidade de vida de cada sujeito e das instituições. Somos regidos por um Conselho Federal de Psicologia (CFP) e por Conselhos Regionais (CRP). Entendemos que a psicologia é uma ciência, e assim sendo, devemos contribuir para o desenvolvimento da mesma.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso tudo não torna os psicólogos seres mais especiais ou nobres que os demais. Simplesmente torna você e eu livres para utilizar os serviços desses profissionais, sem o risco de sermos tidos como doidos!</p>
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