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	<description>Karyne M. Lira Correia Psicóloga, Palestrante e Editora de Conteúdo para Internet. Joinville - SC</description>
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		<title>Surface acting x Deep acting</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 10:47:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você certamente já foi atendido por alguém (em uma loja, banco, aeroporto, ou outro ambiente) e ficou insatisfeito com o tratamento recebido. Lembro-me de ter sido atendida por uma funcionária pública que parecia não economizar na má vontade para o atendimento. O primeiro pensamento que veio à minha mente foi – “o dia mal começou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você certamente já foi atendido por alguém (em uma loja, banco, aeroporto, ou outro ambiente) e ficou insatisfeito com o tratamento recebido. Lembro-me de ter sido atendida por uma funcionária pública que parecia não economizar na má vontade para o atendimento. O primeiro pensamento que veio à minha mente foi – “o dia mal começou e a pessoa não pode dar nem um sorriso”!</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de algum tempo, pensando no ocorrido, passou pela minha mente que o fato de o dia mal ter começado poderia ser um bom motivo para que aquela moça me atendesse com uma expressão de desagrado, talvez por ter levantado cedo para trabalhar. Bom&#8230; essa é apenas uma possível explicação para o atendimento ruim que recebi. Outras possíveis explicações são: “ela estava passando por alguma situação emocionalmente delicada”; “ela detesta trabalhar com atendimento ao público”; “ela teve uma noite ou um início de dia estressante”; etc…</p>
<p style="text-align: justify;">Todos nós temos dias ruins, e todos podemos em algum momento falhar no trato com as pessoas. Para quem trabalha com atendimento ao público, estar o tempo inteiro sorrindo, agindo de modo atencioso e solícito pode ser motivo de stress. Isso, porque nem sempre esse é um comportamento natural.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Surface acting</em> (atuação superficial) é aquele comportamento que emitimos e que contradiz o que de fato sentimos ou como realmente desejaríamos agir. Por exemplo, quando os clientes vão ao balcão da companhia aérea se queixar do atraso de um vôo, a atendente pode desejar responder – “você sabia que eu não tenho nada a ver com isso? Sabia que eu não tenho culpa de estar chovendo e sem condições para vôo? Agora que você sabe disso, pode por favor parar de reclamar no meu ouvido e sentar naquela cadeira até que o seu vôo seja confirmado?”. No entanto, ela sorri e diz – “o atraso é por motivos meteorológicos, mas assim que tivermos alguma nova informação passaremos para vocês”.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Deep acting</em> (atuação profunda) é aquele comportamento que emitimos e que é coerente com o que sentimos. Mas, não necessariamente a pessoa age de modo rude. Na verdade, ela transforma a situação de modo a responder de forma adequada e ao mesmo tempo sincera. No caso do exemplo da atendente da companhia aérea, ela sorri e responde calmamente, e isso de forma sincera, sem precisar fingir que não está incomodada com as reclamações, e sem desagradar os clientes. Como fazer isso?</p>
<p style="text-align: justify;">Usar o <em>deep acting</em> nem sempre é algo simples e fácil. Algumas vezes exigirá o uso de algumas técnicas e estratégias de controle emocional e comportamental. Em alguns casos será necessário o acompanhamento profissional e a realização de um programa de modificação de comportamento. Contudo, mesmo não sendo algo tão simples, o <em>deep acting</em> é essencial para agradar clientes e pessoas com as quais convivemos e, ao mesmo tempo, não gerar uma sobrecarga emocional a quem atende.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas dicas para quem deseja utilizar o deep acting são: (1) encarar algumas situações estressantes com bom humor; (2) colocar-se no lugar da outra pessoa.</p>
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		<title>Palestra &#8211; &#8220;Stress na vida acadêmica&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 17:56:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
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		<description><![CDATA[No dia 29/03/2012 fiz uma palestra para um grupo de universitários da UDESC &#8211; Joinville. O título da palestra foi &#8220;Stress na vida acadêmica: como sobreviver?&#8221;. Foram abordados aspectos comuns à vida de muitos acadêmicos (tais como, mudança de cidade, acúmulo de atividades, dificuldades com as avaliações, incerteza quanto ao futuro profissional e escolha errada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 29/03/2012 fiz uma palestra para um grupo de universitários da UDESC &#8211; Joinville. O título da palestra foi &#8220;Stress na vida acadêmica: como sobreviver?&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Foram abordados aspectos comuns à vida de muitos acadêmicos (tais como, mudança de cidade, acúmulo de atividades, dificuldades com as avaliações, incerteza quanto ao futuro profissional e escolha errada do curso), que podem relacionar-se ao desenvolvimento de níveis de stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Tamém foram apresentados alguns dos sintomas do stress na vida acadêmica, os alunos tiveram oportunidade de se autoavaliarem e de conhecerem algumas dicas para evitar e minimizar os efeitos do stress.</p>
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		<title>Assertividade</title>
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		<pubDate>Wed, 04 Apr 2012 12:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
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		<description><![CDATA[Tenho ouvido, com alguma frequência, pessoas utilizando os termos assertividade e assertivo. Não sei até que ponto elas compreendem o significado desse termo aplicado ao comportamento humano. Ter assertividade ou ser assertivo tem a ver com ter/emitir comportamento socialmente habilidoso. Mas, o que é isso? Como podemos definir um comportamento socialmente habilidoso? Gosto de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tenho ouvido, com alguma frequência, pessoas utilizando os termos assertividade e assertivo. Não sei até que ponto elas compreendem o significado desse termo aplicado ao comportamento humano. Ter assertividade ou ser assertivo tem a ver com ter/emitir comportamento socialmente habilidoso. Mas, o que é isso? Como podemos definir um comportamento socialmente habilidoso?</p>
<p style="text-align: justify;">Gosto de uma definição feita por Caballo, em que ele diz: &#8220;O comportamento socialmente habilidoso é esse conjunto de comportamentos emitidos por um indivíduo em um contexto interpessoal que expressa os sentimentos, atitudes, desejos, opiniões ou direitos desse indivíduo, de um modo adequado à situação, respeitando esses comportamentos nos demais, e que geralmente resolve os problemas imediatos da situação enquanto minimiza a probabilidade de futuros problemas.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Você é socialmente habilidoso? Você costuma agir de forma assertiva?</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos resumidamente classificar os comportamentos sociais em 3 tipos:</p>
<ol>
<li><strong>Não-assertivo/passivo</strong> &#8211; quando a pessoa negligencia seus próprios sentimentos, atitudes, opiniões, desejos e direitos, na interação social.</li>
<li><strong>Assertivo</strong> &#8211; quando a pessoa considera tantos seus próprios sentimentos, atitudes, opiniões, desejos e direitos, quanto os dos outros nas interações sociais.</li>
<li><strong>Agressivo</strong> &#8211; quando a pessoa desconsidera os sentimentos, atitudes, opiniões, desejos e direitos dos outros em detrimento dos seus.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Na prática, quando a pessoa se chateia ela pode fingir que está tudo bem e não expressar ao outro seu sofrimento (não-assertivo), pode dizer ao outro o que sente sem ferí-lo (assertivo), e pode dizer ao outro o que sente sem levar em consideração os sentimentos desse outro (agressivo). Dessa forma o não-assertivo deixa de evitar chateações futuras, por não ter tido uma conversa franca, e o agressivo provoca novos conflitos no relacionamento, por não ter respeitado o outro. A assertividade acaba sendo a melhor opção não porque seja uma forma padronizada de agir, ou porque foi escolhida por estudiosos do comportamento como a forma ideal (até porque essa forma &#8220;ideal&#8221; não existe), mas porque ajuda a solucionar o problema presente e evita novos problemas, fazendo com que os relacionamentos sejam mais agradáveis e gere mais prazer do que descontentamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas a assertividade/comportamento socialmente habilidoso não se resume apenas em expressar chateação. Tem a ver, também, com a habilidade de iniciar e manter conversações, falar em público, expressar afeto, pedir favores, defender os próprios direitos, aceitar elogios, expressar opiniões pessoais em público, dizer não, enfrentar críticas, desculpar-se, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem sempre é fácil ser assertivo, é verdade! Algumas pessoas têm dificuldades especiais em agir com assertividade, e para esses casos muitas vezes se faz necessário um acompanhamento profissional. O chamado <strong>Treinamento de Habilidades Sociais</strong> é um instrumento terapêutico que ajuda pessoas com dificuldades em agir com assertividade a melhorarem sua performance social adquirindo novas habilidades.</p>
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		<title>Bom humor para uma boa vida</title>
		<link>http://karynemlira.com/bom-humor-para-uma-boa-vida/</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2012 14:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Como está seu humor? Você é bem humorado? Nos últimos anos, cientistas têm se dedicado a estudar o efeito dos bons sentimentos para a mente e o corpo. Há muito tempo, já se havia notado que, em geral, pessoas que se sentem bem vivem mais. Mas o efeito dos bons sentimentos não se referem apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como está seu humor? Você é bem humorado?</p>
<p style="text-align: justify;">Nos últimos anos, cientistas têm se dedicado a estudar o efeito dos bons sentimentos para a mente e o corpo. Há muito tempo, já se havia notado que, em geral, pessoas que se sentem bem vivem mais.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o efeito dos bons sentimentos não se referem apenas à longevidade. Outros efeitos já verificados pela ciência são:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Pessoas bem-humoradas tendem a possuir um pensamento mais abrangente, enquanto os mal-humorados se concentram nos detalhes;</li>
<li>O pensamento das pessoas que se sentem bem é mais criativo, flexível, abrangente e mais aberto;</li>
<li>Pessoas bem-humoradas tendem a lidar melhor com o stress;</li>
<li>Pessoas bem-humoradas se deixam levar com mais facilidade numa reação em cadeia ascendente – sentimentos positivos conduzem a uma postura que desencadeia mais emoções positivas.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">É certo que problemas existem e que a vida não é feita só de alegria e bons sentimentos. Contudo, quando alimentamos diariamente sentimentos positivos, quando adotamos uma posição mais bem-humorada diante da vida, adquirimos também maior habilidade para lidar com as situações difíceis.</p>
<p style="text-align: justify;">A meu ver, muitos dos efeitos que os problemas exercem em nossa vida poderiam ser minimizados se aprendêssemos, simplesmente, a viver com um pouco mais de bom-humor.</p>
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		<title>Alimentação &#8220;antiestresse&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 20:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao cuidarmos de nossa saúde mental, devemos lembrar que mente e corpo não são duas coisas antagônicas, mas interdependentes. Sendo assim, não são apenas os problemas do dia a dia, os chamados estressores e nossas respostas emocionais que se relacionam com a saúde mental. Aquilo que comemos, por exemplo, tem grande influência sobre nossa mente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ao cuidarmos de nossa saúde mental, devemos lembrar que mente e corpo não são duas coisas antagônicas, mas interdependentes. Sendo assim, não são apenas os problemas do dia a dia, os chamados estressores e nossas respostas emocionais que se relacionam com a saúde mental. Aquilo que comemos, por exemplo, tem grande influência sobre nossa mente.</p>
<p style="text-align: justify;">Martha Davis, Elizabeth Robbins Eshelman e Matthew Mckay, no livro &#8220;Manual de Relaxamento e Redução do Estresse&#8221;, tratam da alimentação como um meio de controlar e minimizar os efeitos do estresse. Bons hábitos nutricionais, de acordo com os autores, fortalecem o organismo e a mente para lidar com o estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">Os autores listaram, então, 10 passos para a boa nutrição. São eles:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Coma alimentos variados.</strong> Quanto maior a variedade, menos a probabilidade de desenvolver algum tipo de deficiência ou excesso de um único nutriente, e maior a probabilidade de atender às necessidades nutricionais do organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Mantenha o peso ideal.</strong> Os autores ressaltam que o excesso de peso provoca estresse, interfere na habilidade em lidar com estresses ambientais e, em uma sociedade com padrões estéticos como a nossa, ameaça a autoestima.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Evite gorduras.</strong> Aqui, destaca-se a necessidade de reduzir o consumo de gorduras saturadas (presente em carnes, manteigas, leites e sorvetes, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Coma mais alimentos naturais.</strong> Esse passo não se refere a comer qualquer alimento de origem vegetal somente, mas a priorizar o consumo de alimentos integrais em detrimento dos refinados. Muitos nutrientes se perdem no processamento dos alimentos, por isso, o ideal é consumí-los na forma mais integral possível.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Evite o açúcar.</strong> Dependendo do grau de sensibilidade ao açúcar, ao consumir esse produto, pessoas podem sofrer de sintomas variados, incluindo sintomas emocionais. É possível que você tenha problema com isso e nem saiba.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Evite o sódio.</strong> O sódio está amplamente presente em diversos alimentos processados, condimentos, molhos, conservas, salgadinhos, etc. É importante atentar para a quantidade de sódio consumida, pois a necessidade que o organismo tem desse mineral é bem inferior ao que está diariamente disponível diante de nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Evite o álcool.</strong> De acordo com os autores, o álcool priva o organismo das vitaminas B, que são importantes para ajudar a lidar com o estresse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Evite cafeína.</strong> A cafeína contida não apenas no café, mas também no chá preto, chocolate, refrigerantes e outros produtos alimentícios, segundo os autores, age de forma a privar o organismo da vitamina B e dificulta o enfrentamento do estresse.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Tome vitaminas e complementos minerais.</strong> De acordo com os autores, quando se está sob estresse, o organismo precisa ainda mais de vitaminas (principalmente do complexo B) e minerais. Contudo, é importante consultar um nutricionista que oriente esse complemento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. Alimente-se com frequência e faça refeições tranquilas.</strong> Tenha um horário para realizar as refeições, coma devagar e aproveite o relaxamento natural oferecido por alimentos nutritivos, ingeridos em ambientes tranquilos.</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">São 10 passos simples. De acordo com a realidade de cada um, esses passos exigirão mais ou menos esforço para serem colocados em prática. Contudo, é importante lembrar que não adianta buscar soluções mágicas para lidar com o estresse enquanto enfraquecemos nosso corpo e nossa mente, através de uma alimentação inadequda, deixando-os mais vulneráveis à ação dos estressores.</p>
<p style="text-align: justify;">O cuidado para com a alimentação faz parte do cuidado da saúde mental!</p>
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		<title>Seis erros que os pais cometem na educação dos filhos</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 14:32:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Acabo de ler uma matéria muito interessante no site Delas, sobre o livro recém-lançado no Brasil &#8220;Os 10 Erros Mais Comuns na Educação de Crianças&#8221; de Po Bronson e Ashley Merryman. A matéria relata 6 dos 10 erros abordados no livro. São eles: “Sempre elogio meu filho” “Deixo meu filho dormir um pouco mais tarde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Acabo de ler uma matéria muito interessante no site <a href="http://delas.ig.com.br/filhos/seis-erros-cometidos-pelos-pais-na-educacao-dos-filhos/n1597659602171.html" target="_blank">Delas</a>, sobre o livro recém-lançado no Brasil &#8220;<strong>Os 10 Erros Mais Comuns na Educação de Crianças</strong>&#8221; de Po Bronson e Ashley Merryman. A matéria relata 6 dos 10 erros abordados no livro. São eles:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Sempre elogio meu filho”</p>
<p style="text-align: justify;">“Deixo meu filho dormir um pouco mais tarde para ficar comigo”</p>
<p style="text-align: justify;">“Ensino a meu filho que somos todos iguais”</p>
<p style="text-align: justify;">“Não discuto com meu filho adolescente”</p>
<p style="text-align: justify;">“Meu filho é superinteligente”</p>
<p style="text-align: justify;">“Meu filho assiste a DVDs educativos”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Achei bastante interessantes e relevantes as questões apresentadas a cerca da educação, e considero essencial que pais e mães busquem conhecer melhor acerca desses assuntos.</p>
<p style="text-align: justify;">Nascemos e adquirimos nossa forma de agir como educadores através de nossa família e pelas experiências pessoais. Nossos pais não foram perfeitos em nossa educação e nossos filhos não nascem com manuais de instrução. Isso torna necessária a leitura de materiais que sejam produzidos por profissionais capacitados, com base em pesquisas ou análises de casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda não li o livro, mas meu esposo acaba de comprá-lo para mim. Assim que o tiver lido, deixarei uma nota pessoal minha, aqui, sobre a recomendação da leitura.</p>
<p style="text-align: justify;">Até lá, incentivo que pais, mães e educadores, busquem sempre conhecimento para educar cada vez melhor as crianças que formarão o futuro do nosso planeta.</p>
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		<title>Depressão</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 19:22:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A depressão, muitas vezes confundida com tristeza ou desmotivação, é classificada como um Transtorno do Humor e, atualmente, é um dos problemas de saúde mental de maior prevalência. Estima-se que mulheres sofram duas vezes mais de depressão do que homens. “Segundo dados da Organização Mundial da Saúde do início desta década (World Health Organization [WHO], [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A depressão, muitas vezes confundida com tristeza ou desmotivação, é classificada como um Transtorno do Humor e, atualmente, é um dos problemas de saúde mental de maior prevalência. Estima-se que mulheres sofram duas vezes mais de depressão do que homens. “Segundo dados da Organização Mundial da Saúde do início desta década (World Health Organization [WHO], 2001a), a depressão é um problema significativo de saúde pública, que custa cerca de U$43 bilhões anualmente, somente à economia dos Estados Unidos, em tratamentos médicos e perda de produtividade. Pacientes com depressão costumam passar mais dias longe do trabalho, tornam-se, com mais frequência, clinicamente doentes, apresentam maior risco de suicídio do que as pessoas em geral, entre outros problemas. Estima-se que 5-10% das pessoas precisam de ajuda para tratar a depressão e que 8-20% das pessoas carregam o risco de desenvolvimento de depressão durante sua vida (WHO, 2001a).” (<a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2011/11/Mulher-e-Depress%C3%A3o_Artigo-Publicado.pdf" target="_blank">Mulher e depressão: uma análise comportamental-contextual</a>, Karyne M. Lira Correia, 2011).</p>
<p style="text-align: justify;">É comum ouvir pessoas se queixando de que estão com depressão. Contudo, de acordo com o DSM-IV (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), para a realização de um diagnóstico de depressão são observados alguns critérios. Entre esses critérios se encontra a presença de 5 ou mais dos seguintes sintomas:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">(1) humor deprimido na maior parte do dia, quase todos os dias, indicado por relato subjetivo (por ex., sente-se triste ou vazio) ou observação feita por outros (por ex., chora muito). Nota: Em crianças e adolescentes, pode ser humor irritável;<br />
(2) interesse ou prazer acentuadamente diminuídos por todas ou quase todas as atividades na maior parte do dia, quase todos os dias (indicado por relato subjetivo ou observação feita por outros);<br />
(3) perda ou ganho significativo de peso sem estar em dieta (por ex., mais de 5% do peso corporal em 1 mês), ou diminuição ou aumento do apetite quase todos os dias. Nota: Em crianças, considerar falha em apresentar os ganhos de peso esperados;<br />
(4) insônia ou hipersonia quase todos os dias;<br />
(5) agitação ou retardo psicomotor quase todos os dias (observáveis por outros, não meramente sensações subjetivas de inquietação ou de estar mais lento);<br />
(6) fadiga ou perda de energia quase todos os dias;<br />
(7) sentimento de inutilidade ou culpa excessiva ou inadequada (que pode ser delirante), quase todos os dias (não meramente auto-recriminação ou culpa por estar doente);<br />
(8) capacidade diminuída de pensar ou concentrar-se, ou indecisão, quase todos os dias (por relato subjetivo ou observação feita por outros);<br />
(9) pensamentos de morte recorrentes (não apenas medo de morrer), ideação suicida recorrente sem um plano específico, tentativa de suicídio ou plano específico para cometer suicídio;</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Percebe-se claramente que, observando apenas o critério para diagnóstico citado acima, a depressão vai muito além da sensação de desânimo ou do sentimento de tristeza. Por ser um problema que afeta todos os aspectos da vida da pessoa, é importante que pessoas deprimidas sejam acompanhadas por um profissional <strong>psicólogo</strong> e, se necessário, um médico psiquiatra.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Cartilha para portadores de vitiligo</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 11:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante minha pesquisa de mestrado, um dos meus objetivos era fornecer aos portadores de vitiligo informações que os auxiliassem no enfrentamento da doença. Seguindo esse objetivo foi que elaborei a cartilha &#8220;Convivendo com o Vitiligo&#8220;. O vitiligo, mais do que ser apenas uma doenças dermatológica, envolve questões relacionadas à autoestima, controle de emoções como ansiedade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante minha pesquisa de mestrado, um dos meus objetivos era fornecer aos portadores de vitiligo informações que os auxiliassem no enfrentamento da doença. Seguindo esse objetivo foi que elaborei a cartilha &#8220;<strong>Convivendo com o Vitiligo</strong>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;">O vitiligo, mais do que ser apenas uma doenças dermatológica, envolve questões relacionadas à autoestima, controle de emoções como ansiedade e administração do estresse. Pensando nas lutas diárias dos portadores de vitiligo, reuni um conjunto de dicas que podem ser úteis a esses portadores, assim como a outras pessoas que desejam lidar com questões parecidas (autoestima, ansiedade e estresse, por exemplo).</p>
<p style="text-align: justify;">O texto é voltado para os pacientes portadores do vitiligo, mas é possível lê-lo e adaptá-lo a outras realidades.</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;"><strong>Atenção:</strong> A cartilha é parte integrante da minha dissertação de mestrado, tendo sido registrada juntamente com a dissertação, com <strong>direitos autorais</strong> reservados a mim. Caso deseje divulgar ou utilizar esse material de outra forma que não para uso pessoal, favor entrar em contato através do e-mail karynemlira@gmail.com , para obter as informações de como fazer isso corretamente.</p>
</blockquote>
<p><strong style="display: block; margin: 12px 0 4px;"><a title="Cartilha   Convivendo com o vitiligo" href="http://www.slideshare.net/karynemlira/cartilha-convivendo-com-o-vitiligo">Cartilha Convivendo com o vitiligo</a></strong><object id="__sse11718291" width="477" height="510" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=cartilha-convivendocomovitiligo-120223055342-phpapp02&amp;stripped_title=cartilha-convivendo-com-o-vitiligo&amp;userName=karynemlira" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed id="__sse11718291" width="477" height="510" type="application/x-shockwave-flash" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/doc_player.swf?doc=cartilha-convivendocomovitiligo-120223055342-phpapp02&amp;stripped_title=cartilha-convivendo-com-o-vitiligo&amp;userName=karynemlira" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" /></object></p>
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		<title>Educando pela experiência</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2012 15:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Textos]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>

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		<description><![CDATA[No texto “Educar sem palmada”, publicado aqui há algumas semanas, falamos sobre três recursos que atuam na educação – diálogo, exemplo e experiência pessoal. Já falamos aqui sobre os dois primeiros recursos. Hoje falaremos sobre o terceiro. A experiência pessoal é, a meu ver, o meio mais eficaz de se adquirir valores, atitudes e comportamentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No texto “<a href="http://karynemlira.com/educar-sem-palmada/" target="_blank">Educar sem palmada</a>”, publicado aqui há algumas semanas, falamos sobre três recursos que atuam na educação – <strong>diálogo, exemplo e experiência pessoal</strong>. Já falamos aqui sobre os dois primeiros recursos. Hoje falaremos sobre o terceiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência pessoal é, a meu ver, o meio mais eficaz de se adquirir valores, atitudes e comportamentos. Você pode combinar regras e conversar com a criança, pode dar exemplo de como agir, mas quando esses recursos falham, a experiência pessoal entra em cena com sua ação poderosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos a um exemplo bem simples:</p>
<p style="text-align: justify;">Começam as aulas e a criança chega em casa, deixa mochila no meio da sala, tênis na cozinha, livro no quarto, tudo espalhado por onde ela passa. A mãe conversa com a criança (diálogo) sobre a necessidade de manter tudo em seu lugar, do contrário, quando ela precisar de algo ela não encontrará. A mãe cuida em ela mesma manter suas próprias coisas em ordem, cada uma em seu lugar, para dar exemplo à criança. Num belo dia, na hora de sair para a escola, a criança não encontra a borracha. Procura rapidamente pela casa, mas não encontra. Vai para a escola assim mesmo. Dias depois, novamente na hora de sair para a escola, ela não encontra um dos livros que precisa para a aula daquele dia. Como tem coisas de escola espalhadas por vários cômodos e móveis, ela não consegue lembrar onde guardou o livro, em que lugar deixou da última vez que usou, e novamente tem que ir para a escola sem o material completo.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o diálogo e o exemplo da mãe não ajudaram essa criança a entender que cada coisa deve ser guardada em seu lugar para que possa ser encontrada com facilidade depois, pela experiência pessoal ela aprenderá essa lição. Seria muito melhor aprender pela conversa ou com o exemplo do outro, mas, em alguns casos, somente “passando aperto” e sentindo as dores das consequências dos atos, é que muita gente aprende.</p>
<p style="text-align: justify;">A experiência pessoal confirma a validade das regras e dos acordos feitos com a criança. É experimentando que ela descobrirá se o acordo que foi feito e as regras que foram colocadas terão de fato as consequências prometidas. É experimentando que ela descobrirá se é bom, ou não, reproduzir alguns comportamentos aprendidos com o exemplo dos pais. É pela própria experiência que a criança aprenderá como o mundo responderá às suas atitudes, comportamentos e valores.</p>
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		<title>Doenças Psicossomáticas &#8211; Consultório de Família</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Feb 2012 16:45:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[doença psicossomática]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>

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		<description><![CDATA[Olá pessoal! Na última segunda-feira (06/02/2012), participei do programa Consultório de Família (apresentado por Darleide Alves), juntamente com a Drª Rosana Alves (Neurocientista). O tema do programa foi &#8220;Doenças Psicossomáticas&#8221;, e tive a oportunidade de falar um pouquinho sobre o que estudei em relação ao vitiligo ao longo do mestrado. Confira!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Olá pessoal!</p>
<p style="text-align: justify;">Na última segunda-feira (06/02/2012), participei do programa Consultório de Família (apresentado por Darleide Alves), juntamente com a Drª Rosana Alves (Neurocientista).</p>
<p style="text-align: justify;">O tema do programa foi &#8220;Doenças Psicossomáticas&#8221;, e tive a oportunidade de falar um pouquinho sobre o que estudei em relação ao vitiligo ao longo do mestrado.</p>
<p style="text-align: justify;">Confira!</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/5dHjCdbVuH8?rel=0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe><br />
<iframe src="http://www.youtube.com/embed/V2MV10FVtF8?rel=0" frameborder="0" width="420" height="315"></iframe><br />
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