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	<description>Karyne M. Lira Correia Psicóloga, Palestrante e Editora de Conteúdo para Internet. Joinville - SC</description>
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		<title>“No Stress!” – Por uma pele bonita e saudável</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 08:12:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A indústria de cosméticos tem faturado bastante com a nossa incessante preocupação com a aparência. Cuidar da aparência é importante, e não vou negar que uma boa aparência influencie na formação da autoestima, do autoconceito, e em nossa vida como seres sociais. Contudo, o cuidado com a aparência não se restringe ao uso de bons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A indústria de cosméticos tem faturado bastante com a nossa incessante preocupação com a aparência. Cuidar da aparência é importante, e não vou negar que uma boa aparência influencie na formação da autoestima, do autoconceito, e em nossa vida como seres sociais.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, o cuidado com a aparência não se restringe ao uso de bons produtos cosméticos. É preciso aprender a lidar positivamente com o estresse. De modo especial, a pele é muito afetada pelo nosso estado mental. Acnes, manchas e urticárias podem surgir ou se agravar em função de um estado emocional abalado pelo estresse.</p>
<p style="text-align: justify;">É véspera de casamento e a noiva acorda com acnes indesejáveis e indiscretas. Dia de entrevista de emprego, e o pai de família está com o corpo cheio de manchas e coceira. As situações são diversas e extremamente comuns.</p>
<p style="text-align: justify;">E a parte mais irônica ou triste (veja pelo ângulo que quiser) disso tudo é que a acne, as manchas e a coceira geram mais estresse, o que faz com que surjam mais acnes, manchas e coceiras.</p>
<p style="text-align: justify;">Estressores estão espalhados por todas as partes em nosso ambiente, e não encontramos solução para lidar com eles em prateleiras de lojas de cosméticos ou revistas de produtos de beleza. Precisamos de outras ferramentas, e estas não estão à venda.</p>
<p style="text-align: justify;">As ferramentas para lidar com o estresse precisam ser desenvolvidas. São habilidades, atitudes e crenças que precisam ser trabalhadas ao longo da vida. Algumas vezes isso será mais simples, outras vezes carecerá de apoio profissional. O fato é que sendo difícil ou não, aprender a lidar com os estressores que nos cercam produz diversos benefícios, inclusive para a aparência e saúde de nossa pele.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Uma dica prática:</strong><br />
<strong>Aproveite os momentos de cuidados pessoais para relaxar e esquecer os problemas.</strong> Se você vai dedicar algum tempo ao cuidado da pele, unhas ou cabelo, aproveite esse tempo para desligar-se dos problemas do trabalho, da família, etc. Sinta como é bom cuidar de você e concentre-se nisso. Com a mente tranquila, você não apenas favorecerá o tratamento estético e se sentirá melhor, mas também terá mais condições de pensar em soluções para os problemas que precisa resolver.</p>
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		<title>Educar pelo exemplo</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 13:22:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toc toc toc (alguém bate na porta) - Seu pai está aí? - Espera um pouco! (segundos depois) - Ele mandou dizer que não está. Historinhas como essa podem parecer engraçadas. Elas acontecem todos os dias em diferentes situações, com diferentes famílias. Apesar de ter um pouco de graça, elas denunciam uma realidade sobre a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Toc toc toc (alguém bate na porta)<br />
- Seu pai está aí?<br />
- Espera um pouco!<br />
(segundos depois)<br />
- Ele mandou dizer que não está.</p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Historinhas como essa podem parecer engraçadas. Elas acontecem todos os dias em diferentes situações, com diferentes famílias. Apesar de ter um pouco de graça, elas denunciam uma realidade sobre a qual queremos refletir aqui – a educação pelo exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">O diálogo é muito importante na educação das crianças. Já falamos sobre ele há alguns dias. Mas, de que vale ensinar algo verbalmente aos filhos e na prática ensinar o oposto? É aquela velha história “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”.</p>
<p style="text-align: justify;">Certa vez, um pai me procurou cheio de queixas sobre a filha. Acompanhei a criança durante algum tempo e depois voltei a conversar com o pai. Falei com ele sobre alguns comportamentos dela que precisavam ser trabalhados em casa para que aquelas queixas não existissem mais. O pai me respondeu: “mas essas coisas que você está dizendo eu também faço. Ela é igualzinha a mim”.</p>
<p style="text-align: justify;">O pai tinha queixas sobre comportamentos da filha que eram na verdade uma espécie de “cópia” de seus próprios comportamentos. Disse a ele que, se ele queria mudar aqueles comportamentos na filha, era importante que ele trabalhasse esses comportamentos em si mesmo. Não adiantava brigar com a criança, reclamar dela, se tudo o que ela estava fazendo era seguir seu exemplo, afinal de contas, ele era seu pai, aquele a quem ela observava e imitava.</p>
<p style="text-align: justify;">É no mínimo injusto cobrar das crianças que elas ajam diferentemente dos modelos que lhe são dados. Mas pais são seres humanos imperfeitos e têm defeitos e maus hábitos que gostariam que seus filhos não tivessem. O que fazer então?</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é importante reconhecer que como modelos precisamos cuidar mais com nossos comportamentos e buscar modificar aqueles que não desejamos deixar de herança às crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns comportamentos nos acompanham há muito tempo, e talvez seja muito difícil mudá-los de uma hora para outra em prol da educação das crianças. Nesses casos em que a mudança é um pouco lenta, é importante conversar com a criança e mostrar a ela que aquele comportamento não é ideal, quais as consequências negativas de se comportar daquela forma e quão difícil é aprender a comportar-se diferente depois que se adquire aquele hábito. Quando os pais reconhecem seus erros diante das crianças, ao contrário do que alguns pensam, eles não estão perdendo a autoridade sobre elas. Na verdade estão ensinando uma grande lição de humildade e reconhecimento de suas próprias falhas.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de ensinar comportamentos, atitudes e valores indesejáveis através do exemplo, outro perigo de não cuidar com o exemplo que é dado às crianças está na invalidação das regras e acordos. Se o pai faz um acordo ou estabelece uma regra e ele mesmo viola esse acordo ou regra, pelo seu exemplo ele está ensinando aos filhos que seus acordos e suas regras não precisam ser seguidos. Certa vez, um pai me disse: “Eu não sei o que fazer. Eu falei para ‘fulano’ (seu filho) guardar o tênis no quarto e ele me questionou sobre meu sapato que também estava fora do lugar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Um sapato fora do lugar pode parecer coisa boba. Contudo, se pensarmos que da mesma forma que, pelo exemplo, uma criança aprende a desrespeitar uma regra como “guarde o sapato no quarto”, ela também aprende a agir com desonestidade, não respeitar o direito dos outros, violar normas do convívio social, etc., os cuidados com o que ensinamos como modelos devem tornar-se uma prioridade na educação.</p>
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		<title>Demi Moore – um ser humano comum</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jan 2012 11:04:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Atriz Demi Moore é internada nos EUA por &#8216;cansaço&#8217;”, “Atriz Demi Moore submete-se a tratamento devido a &#8216;esgotamento&#8217;”, “Demi Moore é internada nos EUA por abuso de substâncias, diz site”. Essas são algumas manchetes de notícias recentes sobre Demi Moore, atriz americana que aparece nas telas dos cinemas desde 1981. Famosa, bonita… muitas mulheres já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">“<a href="http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2012/01/atriz-demi-moore-e-internada-nos-eua-por-abuso-de-substancias.html" target="_blank">Atriz Demi Moore é internada nos EUA por &#8216;cansaço&#8217;</a>”, “<a href="http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI5575952-EI294,00-Atriz+Demi+Moore+submetese+a+tratamento+devido+a+esgotamento.html" target="_blank">Atriz Demi Moore submete-se a tratamento devido a &#8216;esgotamento&#8217;</a>”, “<a href="http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-2/artigo/demi-moore-e-internada-nos-eua-por-abuso-de-substancias-diz-site/" target="_blank">Demi Moore é internada nos EUA por abuso de substâncias, diz site</a>”. Essas são algumas manchetes de notícias recentes sobre Demi Moore, atriz americana que aparece nas telas dos cinemas desde 1981.</p>
<p style="text-align: justify;">Famosa, bonita… muitas mulheres já desejaram ser como ela. Mas as notícias recentes acerca da atriz não são muito boas, e não devem gerar cobiça também.</p>
<p style="text-align: justify;">No início de Janeiro de 2012, a EGO publicou uma notícia com o título “<a href="http://ego.globo.com/famosos/noticia/2012/01/demi-moore-revista-tenho-medo-de-nao-merecer-ser-amada.html" target="_blank">Demi Moore a revista: &#8216;Tenho medo de não merecer ser amada&#8217;</a>”. A notícia divulgava várias citações de uma entrevista dada pela atriz à revista &#8220;Harper&#8217;s Bazaar&#8221;. Entre as citações estão:</p>
<blockquote>
<p style="text-align: justify;">“Não há jeito de atingir todo o seu potencial, se você não tem amor-próprio”</p>
<p style="text-align: justify;">“O que me assusta é que ultimamente eu estou descobrindo, no fim da minha vida, que eu não sou uma pessoa amável, que eu não mereço ser amada, que tem alguma coisa muito errada comigo”</p>
</blockquote>
<p style="text-align: justify;">Nas notícias recentes sobre a internação da atriz, aparece uma explicação de seu empresário sobre o ocorrido: “Devido ao estresse que sofre em sua vida neste momento, Demi decidiu buscar assistência profissional para tratar seu cansaço e melhorar seu estado de saúde geral”.</p>
<p style="text-align: justify;">Estresse? Depressão? Não importa o diagnóstico. O fato é que ter fama, dinheiro e ser cobiçada não é tudo. Não é isso que alimenta positivamente a autoestima e o autoconceito das pessoas. É possível ter tudo isso (e Demi Moore tem) e não ter amor-próprio como ela mesma relatou.</p>
<p style="text-align: justify;">Muitas vezes, as pessoas constroem seu ideal de vida e felicidade tendo como influência pessoas famosas cuja vida parece ser perfeita. A situação atual dessa atriz de talento inquestionável mostra a efemeridade desses ideais socialmente construídos.</p>
<p style="text-align: justify;">Recém-divorciada, envelhecendo (como qualquer pessoa), sentindo-se mal consigo mesma, esgotada diante do estresse que tem vivido, ela é apenas um ser humano como qualquer outro que sofre quando a existência perde o sentido, quando olha para si mesma e não encontra amor.</p>
<p style="text-align: justify;">Autoestima, amor-próprio, felicidade… essas são coisas que ao longo do tempo foram fortemente vinculadas à fama e ao sucesso. Contudo, esse é um vínculo frágil, e essa fragilidade nos convida a refletir: em que temos fundamentado nosso ser?</p>
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		<title>Diálogo, por que não?</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 19:58:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muito se fala em diálogo, mas cada dia que passa as pessoas parecem usar menos esse recurso tão útil na resolução de problemas, na execução de tarefas em grupo e, por que não, na educação das crianças. Alguns pais acham um absurdo a ideia de sentarem para conversar com os filhos. Pensam que precisam apenas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muito se fala em diálogo, mas cada dia que passa as pessoas parecem usar menos esse recurso tão útil na resolução de problemas, na execução de tarefas em grupo e, por que não, na educação das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pais acham um absurdo a ideia de sentarem para conversar com os filhos. Pensam que precisam apenas dar as ordens, e as crianças precisam apenas obedecer. Outros concordam que o diálogo é importante, mas acabam utilizando esse recurso de forma errada, cansativa ou agressiva, fazendo com que os filhos tenham pouco ou nenhum interesse em gastar tempo conversando com seus pais. Uma minoria é feliz em utilizar o diálogo na educação das crianças. Eu conheço pessoas que fazem parte dessa minoria, e posso afirmar, essa estratégia funciona.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que explicar alguns dos motivos pelos quais a criança deve agir de uma forma e não de outra, o diálogo é um recurso importante na criação do vínculo afetivo entre pais e filhos. É nos momentos de conversa que a criança aprende a dividir suas angústias e alegrias com os pais, e descobre se os pais estão interessados em saber o que se passa em sua vida. Parte da confiança que a criança desenvolve em seus pais está relacionada à qualidade do diálogo que existe entre eles – “Se meus pais se importam com o que eu penso e sinto, eles querem o melhor para mim”.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que para cada faixa etária existe um limite de compreensão dos porquês, mas explicar aos filhos os motivos pelos quais devem ou não agir, faz com que a criança tenha razões para fazer o que os pais estão orientando. Se aquilo que é possível de se explicar for conversado com a criança, no momento em que não for possível explicar algo ela confiará nos pais, pois até ali eles têm se preocupado e dar-lhe a melhor orientação.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro aspecto importante do diálogo diz respeito ao fato de que nem tudo que é óbvio para o universo adulto está tão claro no universo infantil. Às vezes as crianças são reprovadas por atitudes inadequadas que elas não sabem que são inadequadas. Elas não nascem conhecendo o mundo que as cerca e suas normas e valores. Elas precisam aprender essas coisas, e o lar é o primeiro ambiente de aprendizagem. Antes de punir a criança por uma atitude inadequada é preciso pensar se foi dado a ela chance de conhecer que aquilo não é certo. Essa comunicação de como se deve agir, que valores se deve ter, também são passadas por meio do diálogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, é no diálogo que estabelecem-se os acordos – se o comportamento for esse, a conseqüência será essa. A forma como os acordos são feitos (se a criança pode ou não opinar, se há flexibilidade ou intransigência, etc.), em si, já atua na transmissão de valores como justiça, respeito e honestidade.</p>
<p style="text-align: justify;">É certo que alguns pais, em sua infância, não tiveram a oportunidade de dialogar com seus pais. Isso faz com que eles sintam-se inseguros quanto a como fazer isso com seus filhos. O segredo é experimentar e se preciso buscar ajuda profissional. Ninguém nasce sabendo. Nem os pais!</p>
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		<title>Educar sem palmada</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Jan 2012 13:58:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há algumas semanas foi aprovada aquela que ficou conhecida como Lei da Palmada. Nosso objetivo aqui não é discutir até que ponto o Estado tem o direito de interferir e normatizar práticas educativas familiares. O fato é que a Lei da Palmada está aprovada e concordando ou não com ela, pais e mães precisam ter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Há algumas semanas foi aprovada aquela que ficou conhecida como Lei da Palmada. Nosso objetivo aqui não é discutir até que ponto o Estado tem o direito de interferir e normatizar práticas educativas familiares. O fato é que a Lei da Palmada está aprovada e concordando ou não com ela, pais e mães precisam ter condições de educar seus filhos sem recorrer à chamada palmada educativa ou a qualquer ato de violência (seja esta física, ou psicológica).</p>
<p style="text-align: justify;">Certa vez, uma mãe me procurou pedindo ajuda, pois não sabia mais o que fazer em relação à sua filha. A criança tinha apenas 2 anos, e a mãe dizia estar a ponto de desistir. Ao ouvir a queixa da mãe, a primeira coisa que me veio à mente foi “como uma mãe pode chegar ao ponto de desistir de uma criança de apenas 2 anos?”. Continuando a conversa, entendi que haviam vários aspectos envolvidos na problemática que aquela mãe vivia com a filha. Nada justificava sua atitude, mas explicava um pouco das razões pelas quais ela estava tão perdida na educação da pequena menina.</p>
<p style="text-align: justify;">Aquela mãe não era a única a sentir dificuldades diante da necessidade de educar uma criança. Existem muitas mães espalhadas pelo mundo que sentem dificuldade frente a essa tarefa. O fato é que crianças não vêm com um manual de instrução. Muitas vezes, também, elas não vêm de forma planejada (e isso não é culpa delas, mas dos adultos). Além disso, não são como uma mercadoria que pode ser devolvida se estiver com “defeito”. Então, não dá pra desistir mesmo que pareça impossível educá-la.</p>
<p style="text-align: justify;">E nesse pensamento, vale apena refletir sobre o que é educar. Educar não é apenas transmitir conhecimento acadêmico, do contrário os pais precisariam apenas matricular os filhos em uma boa escola. Educar também não é apenas colocar limites e ensinar a obedecer a regras. <strong>Educar tem a ver com transmissão de valores e atitudes</strong>. Consequentemente vem o ensino de regras e limites e a preocupação com a transmissão do conhecimento acadêmico, técnico ou científico.</p>
<p style="text-align: justify;">Partindo dessa visão mais ampla de educação, os pais devem atentar para 3 aspectos importantes do aprendizado de valores, atitudes e comportamentos: <strong>1) diálogo; 2) exemplo; 3) experiência pessoal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Esses três aspectos, bem trabalhados, na maior parte das vezes, dão condição aos pais de educarem seus filhos sem recorrer a métodos que possam ser classificados como violentos e agressivos. Falaremos sobre cada um desses aspectos nas próximas semanas.</p>
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		<title>Estratégias iguais – resultados iguais</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 18:57:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um ano começou. Algumas pessoas aproveitam esse momento inicial do ano para desafiar-se a fazer coisas novas, ou a realizar projetos antes arquivados. Dietas, novos hábitos de estudo, fazer uma atividade física… esses são apenas alguns dos muitos desafios comuns a essa época. Acontece que, com o passar das semanas, esses desafios são abandonados. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Mais um ano começou. Algumas pessoas aproveitam esse momento inicial do ano para desafiar-se a fazer coisas novas, ou a realizar projetos antes arquivados. Dietas, novos hábitos de estudo, fazer uma atividade física… esses são apenas alguns dos muitos desafios comuns a essa época.</p>
<p style="text-align: justify;">Acontece que, com o passar das semanas, esses desafios são abandonados. A dieta é atropelada por finais de semana regados a doces e comidas gordurosas; o exercício físico entra para a lista de espera devido ao desânimo de encarar a chuva, ou em função de imprevistos que curiosamente costumam ocorrer com frequência quando se decide iniciar uma atividade física regular; e os demais desafios sofrem problemas de percurso à semelhança dos citados aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Então, alguns se perguntam: “por que isso sempre acontece?”. Outros se culpam dizendo “eu nunca consigo dar continuidade às mudanças que me proponho a fazer!”.</p>
<p style="text-align: justify;">Em muitos casos, a razão para o fracasso frente aos desafios do ano novo (assim como muitos desafios que nos fazemos ao longo da vida) está no fato de que repetimos as mesmas estratégias e cedemos frente às mesmas dificuldades. Em resumo, agimos de maneira igual esperando resultados diferentes. Infelizmente, a menos que ocorra um acidente de percurso (a intervenção de algo ou alguém), o mesmo comportamento não resultará em consequências diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Como fazer diferente então? Somos seres racionais, e precisamos aproveitar mais da racionalidade que possuímos! Analisar as tentativas frustradas, identificar os pontos fracos das estratégias já utilizadas e planejar novas estratégias são os passos iniciais. Depois, vem a parte mais desafiadora e também (de acordo com a análise e o planejamento feitos) a mais gratificante – o momento de experimentar a nova estratégia e colher seus resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Com um pouco de análise e planejamento, comportando-se de forma diferente, promessas e sonhos podem torna-se realidade, e sem varinha de condão!</p>
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		<title>Profissão Psicóloga</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 13:33:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[psicóloga]]></category>

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		<description><![CDATA[Recentemente, estava conversando com um amigo que está passando por alguns problemas que vêm se arrastando por meses. Dada a gravidade do problema e as consequências que ele tem experimentado, orientei que ele procurasse uma psicóloga em sua cidade. Todas as vezes em que conversávamos ele me dizia que ainda não tinha procurado uma psicóloga, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Recentemente, estava conversando com um amigo que está passando por alguns problemas que vêm se arrastando por meses. Dada a gravidade do problema e as consequências que ele tem experimentado, orientei que ele procurasse uma psicóloga em sua cidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Todas as vezes em que conversávamos ele me dizia que ainda não tinha procurado uma psicóloga, mas procuraria para o próximo ano. Certo dia, após mais um de meus apelos para que buscasse ajuda profissional ele me disse: “não sei como uma conselheira poderia me ajudar”.</p>
<p style="text-align: justify;">Conselheira? Entendi que ele não compreendia em que consiste o campo de atuação de uma psicóloga. De fato, para o problema que ele estava vivenciando, sessões de aconselhamento não seriam o suficiente. Disse isso a ele. Informei que uma psicóloga também faz aconselhamentos, mas que no caso dele eu estava sugerindo que ele fizesse terapia. Seria algo mais profundo e demorado, e não com uma conselheira, mas uma terapeuta.</p>
<p style="text-align: justify;">Então ele me disse: “sempre achei que psicóloga era tipo uma mãe que dava conselhos e brigava com a gente”. Uau! Que definição de psicóloga é essa? Dessa vez confirmei que realmente ele não compreendia o que faz uma psicóloga.</p>
<p style="text-align: justify;">Como esse meu amigo, existem muitos por aí que não compreendem a atuação do profissional psicólogo. Não os culpo por isso. Durante muito tempo o serviço psicológico era inacessível à boa parte das pessoas. É compreensível que haja confusão no que diz respeito à atuação desse profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Particularmente, creio que todas as pessoas podem ser beneficiadas pelos serviços de um profissional psicólogo, e muitos são os espaços em que esse tipo de profissional pode trabalhar. Alguns exemplos são: escolas e faculdades (psicólogo escolar ou professor), hospitais, empresas, consultorias, clínicas, presídios, e o famoso consultório. O psicólogo pode acompanhar equipes esportivas, realizar pesquisas e treinamentos, dar palestras, desenvolver projetos, etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A atuação é ampla, e a cada dia as formas de atuação são aperfeiçoadas através de práticas e pesquisas. Em geral, apesar das diferentes áreas de atuação, o psicólogo busca compreender o ser humano em seu contexto, analisar suas demandas e as possibilidades que possui para lidar de forma satisfatória com cada uma dessas demandas. Sejam problemas de aprendizagem, relacionamentos, ou até mesmo a motivação de uma equipe de funcionários, o profissional psicólogo é habilitado a analisar as necessidades e trabalhar na busca de soluções eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao se formar, o estudante de psicologia, no Brasil, faz o seguinte compromisso: “Como psicólogo, eu me comprometo a colocar minha profissão a serviço da sociedade brasileira, pautando meu trabalho nos princípios da qualidade técnica e do rigor ético. Por meio do meu exercício profissional, contribuirei para o desenvolvimento da Psicologia como ciência e profissão na direção das demandas da sociedade, promovendo saúde e qualidade de vida de cada sujeito e de todos os cidadãos e instituições.”</p>
<p style="text-align: justify;">Parece que “uma mãe que dá conselhos e briga com a gente” está um pouco distante da realidade do que seja uma psicóloga. =)</p>
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		<title>Palestra sobre autoestima &#8211; Congresso do M.M. de São Francisco do Sul (SC)</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Nov 2011 18:28:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[palestra]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 10 de setembro de 2011 tive a oportunidade de participar do Congresso do Ministério da Mulher da IASD de São Francisco do Sul (SC) como palestrante. O tema da palestra apresentada foi &#8220;A Autoestima da Mulher&#8221;, e durante alguns minutos trabalhamos o conceito de autoestima, questões peculiares à autoestima da mulher e mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No dia 10 de setembro de 2011 tive a oportunidade de participar do Congresso do Ministério da Mulher da IASD de São Francisco do Sul (SC) como palestrante.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema da palestra apresentada foi &#8220;A Autoestima da Mulher&#8221;, e durante alguns minutos trabalhamos o conceito de autoestima, questões peculiares à autoestima da mulher e mais especificamente à autoestima da mulher cristã (como as crenças pessoais das participantes daquele evento poderiam ser utilizadas em favor de sua autoestima).</p>
<p style="text-align: justify;">Foi um agradável dia com mulheres amáveis que nos receberam muito bem!</p>
<p style="text-align: justify;">Para ver mais fotos desse dia, acesse <a href="http://www.facebook.com/KaryneMLiraCorreia" target="_blank">nossa página no </a><a href="http://www.facebook.com/KaryneMLiraCorreia" target="_blank">Facebook</a>.</p>
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		<title>Transtorno de Personalidade Borderline e outros temas &#8211; Consultório de Família</title>
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2011 22:37:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>

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		<description><![CDATA[Programa &#8220;Consultório de Família&#8221; exibido em 04 de Julho de 2011, na TV Novo Tempo. Apresentado por Darleide Alves, com a participação de Dr. César Vasconcelos (Psiquiatra), Dr. Silmar Cristo (Médico especialista em nutrição), e Karyne Lira (Psicóloga). &#160; &#160; &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Programa &#8220;Consultório de Família&#8221; exibido em 04 de Julho de 2011, na TV Novo Tempo. Apresentado por Darleide Alves, com a participação de Dr. César Vasconcelos (Psiquiatra), Dr. Silmar Cristo (Médico especialista em nutrição), e Karyne Lira (Psicóloga).</p>
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<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/M37w0tFEMYo" frameborder="0" width="560" height="315"></iframe></p>
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		<title>Entrevista sobre vitiligo para o Jornal Espírito Santo Hoje</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 16:44:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Karyne Lira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Psicodermatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Stress]]></category>
		<category><![CDATA[Vitiligo]]></category>

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		<description><![CDATA[Segue abaixo uma matéria (com a qual colaborei) publicada pelo Jornal Espírito Santo Hoje, em 18 de Março de 2011, sobre o vitiligo e seus efeitos na vida de seus portadores. Clique na imagem para ampliar a matéria. &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segue abaixo uma matéria (com a qual colaborei) publicada pelo<a href="http://www.eshoje.com.br" target="_blank"> Jornal Espírito Santo Hoje</a>, em 18 de Março de 2011, sobre o vitiligo e seus efeitos na vida de seus portadores.</p>
<p>Clique na imagem para ampliar a matéria.</p>
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<p style="text-align: center;"><a href="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2011/03/reportagem-vitiligo.jpg"><img class="size-full wp-image-189 aligncenter" title="reportagem vitiligo" src="http://karynemlira.com/wp-content/uploads/2011/03/reportagem-vitiligo.jpg" alt="" width="493" height="580" /></a></p>
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