A palavra maldita está na lista das coisas que não voltam jamais. Dizem que somos racionais, mas muitas línguas ainda não se convenceram disso. Elas trabalham incessantemente, apesar de termos uma boca e dois ouvidos, e esquecem que é preciso pensarmos antes que elas ajam.
O silêncio, ao contrário, tem um efeito que poucos experimentaram. Tudo bem que há momentos em que o silêncio é perturbador, mas geralmente ele nem se faz presente para que possa chegar a perturbar.
Vai me dizer que nunca se arrependeu de dizer algo?
Na faculdade, estudei com um colega que costumava dizer: “na dúvida, não se comporte!”. Não creio que não se comportar seria a melhor palavra, pois há momentos de dúvida que o que se tem a fazer é arriscar. Não fazer nada só vai ajudar a passar boa parte da vida imaginando o que teria acontecido se tivesse feito algo.
Mas palavras são diferentes, porque palavras faladas são escritas em locais que não se pode apagar. Acho muito próprio o provérbio que diz: “Quando falares, cuida para que tuas palavras sejam melhores que o silêncio.”
Já ouvi muita coisa que me fez desejar não entender português naquele momento. E já falei muita coisa que me fez desejar não ter língua também.
Quantos problemas seriam evitados se cônjuges estressados, chefes insatisfeitos, irmãos desentendidos, namorados magoados… optassem por ficar em silêncio? Essas situações e toda sorte de sentimentos ruins que sentimos não nos propiciam um bom contexto para falarmos. Nesses momentos, o silêncio é o melhor aliado para a resolução do caos.
Muita gente tem medo de optar pelo silêncio e não ficar com a última palavra, mas não tem medo de não agir com sabedoria. Optar pelo silêncio em detrimento da fala é difícil, mas quando nossas palavras não forem melhores do que ele, este se torna a melhor opção!
Karyne nasceu e mora no ES. É brasileira antes, durante e depois da Copa, e apaixonada também pela cidade de Santiago – Chile.
Formou-se no Curso Fundamental de Música pelo Conservatório Brasileiro de Música Centro Universitário / Conservatório de Música de Vila Velha e, atualmente, cursa Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo.
É Adventista do Sétimo Dia. Regeu o Coral Jovem de sua Igreja por dois anos, e hoje atua como pianista e diretora associada do Dep. de Música.
É apaixonada pelo namorado. Gosta de ficar com a família, namorar, cantar, dormir, escrever, comer, ler, passear, assistir filmes, ouvir música, rir, fazer amigos na internet… e viver.
Livros preferidos: Bíblia, O abraço de Deus, FREAKONOMICS e Lucíola.
Uma frase: “Descubra em que você é bom, e seja de propósito”
Adriana
setembro 5th, 2007 at 1:54 pm
Saber o que dizer no lugar certo e na hora certa é ter grande sabedoria de fato, as vezes tem palavras que machucam mais do que um “tapa”
temos que tomar cuidado com que falamos, mais temos que ver também o quanto é gratificante recebermos as palavras de incentivo e encorajamento.
quando der vai mesmo em Tiradentes que vc vai gostar, depois não esquece de contar para a gente aqui no blog.
beijos
até breve.
Adriana
karyne
setembro 6th, 2007 at 7:23 am
Pode deixar que qdo for em Tiradentes eu conto tudo aqui sim!!!
PS: não consegui deixar comentário em seu blog… mas adorei aquele pensamento de hoje!! E quantos não pensam que quanto mais ciência, menos Deus, né!?!?
bjs
Rute
maio 2nd, 2008 at 2:28 am
karyne
maio 4th, 2008 at 1:25 pm
Que legal que você nos encontrou!
Assim como você existem muitas pessoas que gostariam de melhorar a auto-estima. Espero poder ajudá-los!
beijo grande!