Normalmente nós pegamos muito no pé dos pessimistas. Contudo, de acordo com uma nota publicada na edição de Dezembro/2007 da revista Mente&Cérebro, o otimismo pode não ser tão benéfico quanto pensamos.

Segundo a revista, uma pesquisa realizada na Universidade de Duke e publicada no Jornal of Financial Economics obteve o seguinte resultado:

Em níveis moderados, uma perspectiva positiva em relação ao futuro leva a pessoa a tomar as melhores decisões ao longo da vida e resultam em uma situação financeira mais confortável. Pessoas assim, economizaram mais dinheiro, trabalharam menos, fizeram menos dívidas e se aposentaram mais tarde.

Já níveis extremos de otimismo, podem fazer um estrago enorme. Pessoas extremamente otimistas tendem a passar mais tempo trabalhando, guardar menos dinheiro, fazer mais dívidas e tornar-se fumantes.

Seria mais ou menos um efeito catastrófico como o da auto-confiança extrema. Na verdade, penso que auto-confiança e otimismo, ambos em excesso, acabam por gerar as mesmas formas de ser e existir. As mesmas tendências comportamentais que culminam numa clara perda do controle da situação.

Como diz minha sábia mãe: “Tudo em excesso fa mal”.

Otimismo é bom e necessário, mas aprecie com moderação!!