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Fere-se o orgulho da águia
Com as máquinas que a simulam
Lágrimas de inocentes são derramadas
A troco de que?
O mundo inteiro assiste
E estremece
E não consegue imaginar a dor
E mensurar o horror de quem está lá
Não que tenhamos pena do país
Não que nos compadeçamos de sua economia
A qual oprime
A qual domina
Mas de comuns civis
Dos que inocentes iniciaram o dia
E o terminaram antes do sol se pôr
Dos que se despediram em casa pela manhã
Para jamais ao lar voltar
Dos que esperavam os que do céu viriam
E que padeceram com o terror que viram
E dos que almejavam chegar ao seu destino
E o tiveram interrompido no ar
Uma palavra?
Compaixão
Aos que hoje sentem a dor
Da memória empoeirada
Do “11 de setembro”.
Karyne nasceu e mora no ES. É brasileira antes, durante e depois da Copa, e apaixonada também pela cidade de Santiago – Chile.
Formou-se no Curso Fundamental de Música pelo Conservatório Brasileiro de Música Centro Universitário / Conservatório de Música de Vila Velha e, atualmente, cursa Psicologia na Universidade Federal do Espírito Santo.
É Adventista do Sétimo Dia. Regeu o Coral Jovem de sua Igreja por dois anos, e hoje atua como pianista e diretora associada do Dep. de Música.
É apaixonada pelo namorado. Gosta de ficar com a família, namorar, cantar, dormir, escrever, comer, ler, passear, assistir filmes, ouvir música, rir, fazer amigos na internet… e viver.
Livros preferidos: Bíblia, O abraço de Deus, FREAKONOMICS e Lucíola.
Uma frase: “Descubra em que você é bom, e seja de propósito”
P. Florindo
setembro 11th, 2007 at 8:08 pm
Foi um dia que marcou a memória de todos que viveram aquele dia.