Dentro de uma universidade independente da graduação que se faça, sempre nos encontramos em um momento onde a prática e a teoria não falam a mesma língua. Percebo isso na minha graduação e na de meus amigos. Estou a 1 ano e meio de me formar. Destes 3 anos e meio de curso vivi apenas 1 ano vendo apenas a teoria. Os outros 2 anos e meio passei lendo, estudando e fazendo provas teóricas ao mesmo tempo em que realizava atendimentos e estagiava. Senti que se tratava de uma teoria que não era tão fiel quando eu me via em uma situação real. Então passei a me questionar se todos os outros cursos eram assim.

Conversando com diversos amigos de outras áreas, descobri que não era só eu que vivia aquele dilema. E o mais legal é que ao passo em que conhecíamos a prática, nos apaixonávamos por ela e não sentíamos tanta vontade de mergulhar nos conteúdos teóricos. Por que então não conciliarmos isto desde o início de nossas graduações? Por que não ter essa possibilidade ofertada pela própria instituição? No meu caso, só tive acesso à prática por iniciativa minha, pois pela grade do meu curso, só a veria no último ano. Imagine!!

Descobri, hoje, que há um curso de hotelaria em que os alunos já iniciam a graduação vivenciando experiências dentro de seu ambiente de trabalho. Trata-se do Curso Superior Internacional de Hotelaria que será oferecido pela Estácio de Sá. Para quem tem interesse na área, o curso oferece dupla certificação, formando profissionais altamente empregáveis não apenas no Brasil, mas também internacionalmente.

Depois que li sobre esse curso, pensei: “imagine se desde o primeiro dia de aula eu já pudesse acompanhar a experiências práticas de um psicólogo!!”. Quem sabe daqui alguns anos outros cursos resolvam investir nesse tipo de ensino. Talvez, nesse mesmo dia a prática e a teoria de nossas áreas de atuações passem a falar a mesma língua!